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Classificado Brasil empata com a Bolívia em jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo

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A altitude de 3.600 metros não foi problema. Mas o Brasil não conseguiu derrotar a Bolívia, em La Paz  empatou em zero a zero nesta quinta-feira pelas eliminatórias da Copa do Mundo.


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PM é morto após reagir a assalto dentro de shopping

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Arquivo pessoal

Policial morreu após reagir a assalto

Um policial militar morreu, na noite desta quinta-feira (16), dentro do São Gonçalo Shopping, que fica no município da Região Metropolitana do estado. O sargento Max Freitas da Silva estava de folga quando, por volta das 21h, presenciou e reagiu a um assalto em uma loja do centro comercial, que fica no bairro Boa Vista.  As informações são do jornal O Dia.

De acordo com testemunhas, o sargento, que é lotado no Depósito Central de Armas e Munições do 4º Comando de Polícia de Área (DCMUN/4º CPA) da PM, morreu no local após ser atingido por um tiro nas cotas por um dos dois assaltantes que estavam no local. Os bandidos ainda levaram a arma do agente e depois fugiram.

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Somente nesta semana, quatro PMS foram baleados no Rio. Além do sargento Freitas, o cabo Leandro Jorge Cardoso Salomão, de 31 anos, também morreu durante uma tentativa de assalto no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, na terça-feira.

Fonte: IG Nacional
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Idosa tem braço cortado ao retirar gesso em hospital do Rio: “chorava de dor”

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Agência O Globo/Arthur Leal

Dona Alda, 93 anos, teve o braço rasgado por profissional que ignorou reclamações de dor

Uma ida ao Hospital municipal Rocha Faria, localizado na cidade do Rio de Janeiro, para retirar um gesso do braço, se tornou um pesadelo para a idosa Alda Waltz Lisboa, de 93 anos, na última quarta-feira (15).

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Com uma tesoura, um funcionário, responsável por retirar o material, ignorou o fato da idosa reclamar de dores e afirmou que era “impossível” que ele a estivesse cortando, pois o material “não tinha ponta”. O resultado até agora está exposto no braço de Alda: 18 pontos.

“Quando ele começou a cortar na reta da mão dela, ela reclamou que estava sendo cortada e ele continuou. Quando chegou próximo ao cotovelo, ele disse que o que ela estava sentindo era o gelado da tesoura, mesmo com ela chorando, e afundou a tesoura . Foi quando fez o corte mais fundo no braço. Quando ele retirou a atadura e viu a quantidade de sangue, ficou muito nervoso e saiu dizendo que era ‘superficial’ e chamando um outro enfermeiro para fazer o curativo”, conta Thaísa Gazoni Waltz, sobrinha-neta de Alda, que estava com ela quando tudo aconteceu.

“Ele respondeu que era impossível estar rasgando porque a tesoura era sem ponta e continuou mesmo assim”, acrescenta Ully Waltz, sobrinha-neta da idosa.

Thaísa diz que, no momento, se sentiu impotente, e que foi tudo muito rápido. Quando ela percebeu o que havia acontecido, diz que sentiu que deveria manter a calma pelo bem da avó.

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“Eu sinceramente não sabia como reagir, o que fazer. Fiquei muito nervosa quando vi o braço dela, mas não fiz escândalo, não gritei, não debati nem nada, porque ela estava muito assustada, óbvio, sentiu muita dor e estava chorando. Por ela ser bem idosa fiquei com medo dela passar mal do coração, então, tentei manter a calma. Meu pai, que levou a gente lá, ficou muito estressado e vai entrar na Justiça contra o Hospital . Estamos indignados. Do meu lado sinto impotência, por ter permitido que isso tivesse acontecido, mas foi tudo muito rápido”, relata Thaísa.

Segundo a família, quando viu o sangue e a gravidade do que havia feito, o profissional , identificado por eles apenas como Marcelo, um homem de meia idade, chegou a afirmar que a pele dela era “muito flácida” e, em seguida, tentou rapidamente tapar o machucado com gaze, dizendo que era superficial. Foi quando ele, então, teria chamado um outro enfermeiro, que disse que ela precisava urgentemente ir à sala médica para receber pontos.

“A médica ficou abismada com o que ele havia feito e sugeriu que eu fosse à ouvidoria do hospital”, conta.

“Foi uma situação de muito descaso… mas ontem (quarta-feira) mesmo minha prima foi à ouvidoria na direção, e eles nos garantiram que não ficaria impune, e que foi de fato uma coisa muito séria. Em seguida, fomos à 35 ªDP, onde registramos o caso. Amanhã (sexta-feira) ela vai fazer o corpo de delito, porque não tinha condições de nos acompanhar na polícia durante tanto tempo. Nós queremos que ele seja punido de alguma forma, não pode ficar assim”, conclui Ully.

Por fim, nesta quinta-feira, as primas contam que dona Alda entrou em contato com elas contando que o Hospital Rocha Faria disponibilizou dois enfermeiros e assistentes sociais após o ocorrido.

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“Ela agora está bem, dentro do possível, em casa. Mas com 18 pontos no braço. Ela não tem noção do quão grande foi o corte nem tem muita noção, também, do que aconteceu. Foi uma cena de terror. Ela chorava e ele continuava cortando… e eu não consegui intervir”, se emociona Thaísa.

Procurada, a direção do Hospital municipal Rocha Faria respondeu em nota que lamenta profundamente o que aconteceu com a Sra. Alda, pediu desculpas à idosa, e afirmou que já iniciou uma investigação interna sobre a conduta do profissional, que, durante o processo, ficará afastado de suas funções.

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Confira a íntegra da nota

A direção do Hospital Municipal Rocha Faria lamenta profundamente o que aconteceu com a Sra. Alda e informa que já iniciou uma investigação interna sobre a conduta do profissional. Durante o processo, ele ficará afastado das suas funções. A unidade não tem compromisso com o erro, nossa obrigação é prestar o melhor atendimento, ouvindo sempre o paciente. A direção pede desculpas à Sra. Alda e à sua família e já ofereceu toda assistência necessária e apoio diante desse acidente lamentável. Uma enfermeira e uma assistente social foram à casa da paciente nesta quinta-feira para realizar a troca do curativo e apoio para a família. O coordenador de enfermagem também esteve com os familiares para pedir desculpas pessoalmente em nome da direção do hospital. As visitas serão diárias até que ela se recupere. Os próprios familiares usaram suas redes sociais para informar que toda a assistência está sendo prestada.

A Polícia Civil ainda não retornou à reportagem.

Fonte: IG Nacional
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