conecte-se conosco


Economia

Não operar próprias franquias leva ao fracasso, diz vice-presidente da ABF Rio

Publicado

Economia


Luiz Felipe Costa, vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), falou sobre como administrar franquias em palestra na ABF Rio
Guilherme Parolim

Luiz Felipe Costa, vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), falou sobre como administrar franquias em palestra na ABF Rio


O vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF) do Rio de Janeiro, Luiz Felipe Costa, disse que um dos maiores motivos para o fracasso das franquias que encerram as atividades ainda no primeiro ano de operação é a delegação de funções a terceiros. As afirmações foram feitas durante palestra na Expo Franchising ABF Rio
, que teve início nesta quinta-feira (28).

Leia também: Veja os sete erros mais cometidos nos investimentos de previdência privada

De acordo com o especialista, a participação ativa do dono em suas próprias franquias
é essencial para o sucesso da operação. Costa criticou o fato de que muitos franqueados pensam em começar já investindo em mais de uma loja, o que pode resultar em uma perda de foco. “Enquanto você está construindo é que vai conquistando pessoas boas para o negócio?, disse.

Costa acredita, inclusive, que as pessoas sejam a parte mais importante de uma franquia bem-sucedida. No entanto, ele ressalta que esses possíveis franqueados precisam estar completamente envolvidos e se adequarem ao perfil ideal para o tipo de franquia em que desejam investir. “Faça alianças com pessoas que compartilhem seus valores. Franquia é convergência. Quando maior a convergência de valores entre as pessoas, mais longe o negócio vai chegar?, afirmou o especialista.

Leia também: Consumidor tem interesse por programas de fidelidade, mas não participa deles

Benefícios

Durante a palestra, o vice-presidente da ABF
comentou sobre as vantagens de trabalhar com o modelo de franquias. Entre as principais, ele destaca a utilização de uma marca que já foi testada e tem reconhecimento dentro de seu mercado: “Quando você se junta a um grupo maior, existe uma economia de escala. Você consegue melhorar a logística e ter mais tempo para se dedicar à pessoa que está na loja?.

Além disso, Costa também acredita que o investidor
possa se beneficiar dos sistemas de controle e gestão que já são aplicados pela empresa. “Quando o franqueado entre em uma rede já estabilizada, ele usufrui de toda a inteligência?, explicou.

Para que estas vantagens sejam aproveitadas da melhor maneira em busca de resultados, Costa diz ser necessário um consenso entre franqueador e franqueado: “Desde o início, os dois precisam estar alinhas. O acordado não sai caro. Cada um deve entender seu papel e cumprir?.

Leia também: Conheça três tendências do varejo e saiba como aumentar suas vendas

Segundo Costa, existem alguns desafios que os franqueados precisam cumprir para que este alinhamento seja atingido. Uma das principais questões é o entendimento de que o poder de decisão será limitado. O especialista diz que o investidor precisa estar disposto a “ser controlado? para a manutenção dos padrões das franquias. “Se no início acreditou e confiou no que foi dito, tem que cumprir?, finalizou.

Comentários Facebook

Economia

Nunes Marques interrompe julgamento do STF sobre demissão de não vacinados

Publicado


source
Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF
Nelson Jr./SCO/STF

Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu o julgamento em que a Corte discutia se referendava ou não uma decisão liminar dada pelo ministro Luís Roberto Barroso permitindo a demissão de trabalhadores não vacinados contra a Covid-19 . Com isso, continua válida a determinação de Barroso.

No mês passado, Barroso suspendeu trechos da portaria do Ministério do Trabalho que proibiu demissões de não vacinados contra a doença. Ele considerou a medida inconstitucional, com a ressalva de pessoas que têm expressa contraindicação médica para receber os imunizantes, “para as quais deve-se admitir a testagem periódica”.

O julgamento estava ocorrendo no plenário virtual, em que os ministros votam pelo sistema eletrônico da Corte. Até o momento, além de Barroso, mais três ministros já haviam votado, acompanhando-o: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, e Cármen Lúcia. Assim, dos dez ministros, quatro foram favoráveis à suspensão da portaria do Ministério do Trabalho, ou seja, pela possibilidade de demitir não vacinados.

Nunes Marques fez um “pedido de destaque”, retirando o julgamento do ambiente virtual. Com isso, ele será retomado no plenário físico. Não há data marcada ainda para isso. Barroso é o relator de quatro ações questionando a portaria do Ministério do Trabalho. Elas foram apresentadas pelos partidos Rede Sustentabilidade, PSB, PT e Novo.

Leia Também

A portaria foi editada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social em 1º de novembro sob o argumento de evitar demissões em massa e a criação de uma “justa causa” que não está prevista na CLT. Ao justificar a portaria, a pasta equiparou a demissão de não vacinados contra a Covid-19 a práticas discriminatórias em razão de sexo, origem, raça, entre outras.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Auxílio Brasil de R$ 400 terá primeiro pagamento em dezembro, diz ministro

Publicado


source
Auxílio Brasil será pago ainda em dezembro, promete ministro
Divulgação/Ministério da Cidadania

Auxílio Brasil será pago ainda em dezembro, promete ministro

O primeiro pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil vai acontecer ainda em dezembro, prometeu o ministro da Cidadania, João Roma. A tendência, segundo ele, é que os beneficiários recebam também o valor retroativo ao mês de novembro.

A declaração do ministro ocorreu durante evento que marcou a assinatura dos decretos que regulamentam o Auxílio-Gás, programa do governo federal para subsidiar o gás de cozinha. Nesta quinta-feira (2), o Senado aprovou a PEC dos Precatórios , que abrirá espaço no teto para o aumento do Auxílio Brasil.

O valor do benefício, que irá para R$ 400 no último ano de mandato, foi determinado pelo presidente Jair Bolsonaro e é visto como uma das estratégias do governo na campanha pela reeleição.

“O pagamento chegará aos brasileiros ainda em dezembro. A partir de dezembro, só posso precisar a data após a definição final na Câmara, mas da maneira como já está aprovada a PEC no Senado e a MP do Auxílio Brasil, também já na Câmara e no Senado, conseguiremos fazer chegar ainda no mês de dezembro o pagamento mínimo de R$ 400 a todos os beneficiários do programa Auxílio Brasil”, disse Roma.

O ministro da Cidadania afirmou ainda que a situação das 2 milhões de famílias que estavam na fila do Bolsa-Familia também já está equacionada. Com isso, o governo espera aumentar o número de famílias beneficiadas para cerca de 17 milhões com o novo pagamento.

Leia Também

“Iremos aplicar todos os esforços para o quanto antes esses recursos cheguem. Os prazos estão apertados e estão além do que esperávamos mas isso não será obstáculo para que a gente consiga cumprir a nossa missão”, afirmou.

Durante o evento, o presidente Jair Bolsonaro também comemorou a aprovação da PEC dos Precatórios no Senado. O presidente negou, entretanto, que a medida seja um calote nas dívidas judiciais do governo.

“A última boa notícia também vem agora, depois de passar pela Câmara, o Senado Federal. A aprovação já em segundo turno da PEC dos Precatórios. Deixo bem claro, não a PEC do Calote”, disse o presidente. “Nos dá uma folga no Orçamento para, inclusive, mais do que dobrar o tíquete médio do antigo Bolsa Família, atual Auxílio Brasil”, continuou.

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso