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Atletismo paradesportivo estreia nos Jogos Universitários Brasileiros

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Considerada a maior competição do gênero na América Latina, os Jogos Universitários Brasileiros (Jubs) devem reunir 4,5 mil atletas-universitários, técnicos, árbitros e organizadores em Goiânia, de 18 e 29 a outubro. Entre as novidades da edição deste ano está a inclusão do atletismo paradesportivo.

Desde o ano passado, os jogos universitários incluem competições paradesportivas em sua programação. A estreia foi com a natação e o tênis de mesa, que continuam em 2017.

Outra novidade dos jogos será nos e-games, que terão, pela primeira vez, as competições de equipes da League of Legends (LOL) – jogo eletrônico que possui uma liga internacional organizada e milhares de atletas.

Além das competições coletivas da LOL, continuam as individuais de Fifa 2017, jogo eletrônico de futebol que entrou no calendário dos Jubs no ano passado.

As provas incluem modalidades individuais e coletivas. As competições de equipes são futsal, vôlei, basquete, basquete 3 a 3, handebol e LOL. Nas individuais ou em dupla, os atletas disputam medalha no judô, taekwondo, atletismo, tênis de mesa, xadrez, badminton, vôlei de praia, natação, tênis e Fifa 2017.

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Também há disputa de medalhas no Jubs acadêmico, que avalia os melhores trabalhos apresentados por alunos de diversos cursos universitários.

Além de Goiânia, as cidades de Aparecida de Goiânia e Trindade também receberão competições. A previsão da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) é que a competição injete R$ 10,5 milhões na economia de Goiás.


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Família de presa por racismo pede compaixão e diz que ela tem problema psíquico

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Foto: Reprodução/Internet
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que a advogada é presa e autuada por injúria racial

Uma nota assinada pelos irmãos da advogada Natália Burza, de 36 anos, que foi presa por injúria racial contra um taxista em Belo Horizonte, pediu desculpas e compaixão pelo ocorrido na quinta-feira (5).

No relato, os parentes de Natália afirmam que ela sofre de transtornos psíquicos e contam que a situação “doeu em todos”. Eles dizem, ainda, que Natália já tentou suicídio e já agrediu de forma física e moral muitos familiares. “Independentemente da cor, orientação sexual, crença e etc”.

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A doença de Natália, segundo os parentes, altera o comportamento dela, produzindo uma neurose e “mania de perseguição”. Ao fim da nota, os familiares pediram compaixão, abrindo espaço para refletir sobre transtornos psíquicos e também sobre racismo.

Natália foi presa após o ato de racismo, mas liberada da cadeia após pagar R$ 10 mil em fiança. O processo corre em segredo de justiça.

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Confira, abaixo, nota completa da família:

“Precisamos falar sobre isso.

Sentimos muito pelo que aconteceu com o Sr. Luís Carlos Alves Fernandes e com todos os envolvidos. Pedimos sinceras desculpas àqueles que sofrem preconceito diariamente em nosso país. Podem ter certeza, doeu em todos nós.

Racismo é uma realidade brutal e inaceitável.

Mas quero informar algo que ainda não foi publicado. A Natália é uma pessoa com transtornos psíquicos. Atestada há anos por profissionais da saúde. Sabemos que alegar doença mental no nosso país é algo que foi banalizado. Não é esse o caso.

Nossa irmã já tentou suicídio por diversas vezes, já agrediu de forma física e moral muitas pessoas, inclusive sua própria família que é quem a protege e a ama (independentemente da cor, orientação sexual, crença etc). Já foi internada, já recebeu eletroconvulsoterapia. Nas últimas semanas, tentávamos uma vaga em um hospital psiquiátrico, mas infelizmente, não conseguimos. Essa também é outra realidade inaceitável.

Para quem não conhece a doença, ela altera o comportamento e produz uma neurose e mania de perseguição, além de causar um comportamento agressivo e imprevisível. Só quem tem alguém próximo com essa doença pode entender a dor que passamos há anos e estamos passando agora. Pedimos compaixão.

Precisamos falar sobre racismo. Também precisamos falar sobre transtornos psíquicos que atingem de forma universal milhões de pessoas.

Assinam esta nota os irmãos.”

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Exames indicam melhora de Bruno Covas e câncer em estágio de cicatrização

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Divulgação/Facebook Bruno Covas
Apesar de melhoras, médicos evitaram falar sobre uma cura da doença.

O câncer  diagnosticado no aparelho digestivo do prefeito de São Paulo, Bruno Covas , está em estágio de cicatrização e as outras lesões existentes no fígado e sistema linfático reduziram de tamanho. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pela equipe médica do prefeito.

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Covas foi submetido a exames de sangue, endoscopia, ressonância magnética e PET Scan no domingo à tarde. Nesta terça-feira, ele retomará as sessões de quimioterapia. Foram prescritas mais cinco sessões. Até agora, Covas havia feito três aplicações de quimioterapia.

“Os resultados foram auspiciosos, muito bons”, afirmou o médico David Uip.

O clima entre os médicos foi de comemoração. A previsão é que essa nova fase do tratamento termine em fevereiro. Até lá estão mantidas as orientações atuais – trabalhar normalmente evitando ambientes com aglomeração de pessoas pela baixa imunidade do paciente.

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Segundo os médicos, o prefeito reagiu muito bem às primeiras quimioterapias sem “efeitos adversos”. Mas eles evitaram falar em cura da doença. O índice de marcadores tumorais no sangue do prefeito reduziram 90%. O tumor localizado na cárdia – no aparelho digestivo – está em processo de cicatrização. No local exames de imagem mostraram que não é possível mais ver o tumor, mas uma “fibrose cicatrização”. A metástase no fígado teve uma redução assim como nos linfonodos.

Os médicos disseram que nunca se discutiu a possibilidade de cirurgia até o momento. Novos exames serão feitos em fevereiro para reavaliar o quadro de Covas.

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O prefeito descobriu o câncer em outubro deste ano após ser internado com erisipela. Por enquanto, ele segue no exercício do cargo e deverá ter alta do hospital Sírio-Libanes entre quarta e quinta-feira.

Fonte: IG Nacional
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