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Confrontos armados deixam baleados na favela da Rocinha, no Rio

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Criminosos de quadrilhas rivais entraram em confronto na manhã de hoje (17) na comunidade da Rocinha, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, pelo menos três pessoas ficaram feridas. Elas foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rocinha e depois transferidas para o Hospital Municipal Miguel Couto.

Ainda de acordo com a secretaria, duas pessoas já tiveram alta. A terceira está sendo avaliada pela equipe médica do hospital.

Segundo a Polícia Militar (PM), há informações de um morto na localidade conhecida como Rua 2. De acordo com a PM, os agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha estão tentando confirmar a informação.

Segundo informações da assessoria de imprensa da PM, no início da manhã de hoje foram registrados confrontos em alguns pontos da comunidade. Durante esses confrontos, uma equipe da UPP foi atacada na Via Ápia, um dos principais acessos à favela.

Juramento

No Morro do Juramento, na zona norte da cidade, também houve confrontos sábado (16) entre criminosos rivais, que disputavam o controle dos pontos de venda de drogas na comunidade. De acordo com o Corpo de Bombeiros, pelo menos cinco corpos foram encontrados na favela depois dos confrontos.

A PM informou que reforçou o policiamento no local. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios.

 


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Jovem escalpelada em kart pede reparação de 10 milhões de dólares e casa nos EUA

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Ed Wanderley

Ela sonha em estudar medicina nos Estados Unidos

A jovem que teve os cabelos escalpelados em um kart que funcionava dentro de uma rede de supermercados no Recife, em Pernambuco, apresentou uma lista de pedidos para o Grupo Big, local que abriga o kartódromo onde o acidente aconteceu. Débora Dantas perdeu o couro cabeludo e fez pedidos por meio do advogado Eduardo Barbosa para a segunda etapa do tratamento, em 2020. 

Leia mais: Supermercado para de pagar tratamento de jovem que perdeu couro cabeludo em kart

Em nota ao G1 Pernambuco , o Grupo Big disse que Débora solicitou “pleitos que não guardam nenhuma relação com o acidente ou com a sua saúde”. O financiamento de um curso preparatório de sua escolha em qualquer lugar do mundo, além do financiamento do curso da Universidade de Medicina de Harvard e o custeio de plano de saúde internacional estão entre os pedidos.

Além disso, Débora solicitou uma casa em Longwood, nos Estados Unidos. O pagamento do valor de R$ 10 milhões de dólares para que o tratamento seguisse nos Estados Unidos também foi solicitado. 

Leia também: Grupo BIG é multado em R$ 5 milhões por caso de jovem escalpelada em kart

Ao Jornal do Commercio, Débora disse que está no início do tratamento e que a fase tem como foco a reparação. Durante esse processo, Débora teria recebido a informação de que a rede não iria mais arcar com os custos do tratamento.

“Para se ter uma ideia, hoje eu tenho pontos que estão saindo da minha cabeça. E esse tratamento ainda vai levar anos da minha vida. Não é coisa que vai se resolver de um dia para o outro. O que mais me deixou abismada foi o desrespeito. É como se as nossas vidas fossem menos importantes que as deles.”

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A rede de hipermercados se posicionou ainda afirmando que não se negou e nem se negará a custear os procedimentos necessários para a recuperação de Débora. Na última semana, a jovem se queixou ao saber que o Grupo Big iria parar de pagar as despesas médicas do seu tratamento.

Na segunda-feira (13), o Procon de Pernambuco notificou o Grupo Big pedindo esclarecimentos a respeito da continuidade do suporte para o tratamento de Débora. O grupo afirmou ao Procon-PE que vai monitorar o andamento dos cuidados prestados e que vai arcar com o valor de R$ 300 mil da equipe médica para que a segunda etapa do tratamento seja encaminhado em Ribeirão Preto, São Paulo

Fonte: IG Nacional
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Suzane Richthofen segue cercada de violentos e tem apartamento de milionário

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IstoÉ

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Reprodução

Jornalista lança biografia sobre Suzane Richthofen


Há quase 18 anos o caso envolvendo a família Richthofen ganhou destaque em todo o País. Suzane, com 18 anos até então, matou os pais, Marísia e Manfred, junto com o namorado e o cunhado, conhecidos como os irmãos Cravinho.

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Hoje, Suzane permanece presa cumprindo seu regime de 39 anos e seis meses de prisão, sem direito ao regime aberto, uma vez que não consegue convencer juízes e psiquiatras de que se arrependeu do crime e não voltará a matar outras pessoas.

Mas a história de Suzane ganha um novo capítulo a partir desta sexta-feira (17) quando o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, escrito pelo jornalista Ullises Campbell, chega às livrarias de todo o Brasil.

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Em entrevista ao UOL , Ulisses contou detalhes sobre a obra. De acordo com o jornalista, Suzane ganha um salário mínimo trabalhando na cadeia como coordenadora da oficina de costura. Ela tem ainda, segundo ele, R$ 120 mil pagos por Gugu para dar-lhe uma entrevista e um apartamento avaliado em R$ 1 milhão deixado pela avó paterna – depois do crime.

“Ela continua se cercando de pessoas violentas. Além da pedófila [Suzane está casada com o irmão de um presa sentenciada a 29 anos porque junto com o marido e o amante estupraram suas duas irmãs gêmeas de três anos] e da mulher que matou o enteado, ela namorou uma homossexual conhecida como Sandrão, que sequestrou e matou o filho de uma amiga. Sandrão já tinha se relacionado com Elize Matsunaga, do caso Yoki, que esquartejou o marido”, disse Campbell.

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O jornalista também revelou detalhes sobre os testes de violências pelo qual Suzane é submetida. “Quando perguntada se sente remorso, ela diz que sim. Mas o motivo do suposto arrependimento entrega sua mente conturbada. Ela diz: “perdi a melhor fase da minha vida na cadeia. Eu podia ter estudado, ter uma profissão, construído uma vida”. Suzane computa os assassinatos como um prejuízo pessoal. E em um dos testes, tentou seduzir o psicólogo. Em outro, foi pega numa fraude”.

Fonte: IG Nacional
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