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Economia

IPC registra alta de 0,35% na quadrissemana de dezembro em São Paulo

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Movimento no comércio da Rua 25 de Março no mês do Natal

Os gastos com vestuário tiveram a maior elevação no período (1,18%)Rovena Rosa/Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, teve alta de 0,35% na quadrissemana de dezembro. Os gastos com vestuário tiveram a maior elevação no período (1,18%).

O grupo de despesas pessoais subiu 1%. Os custos com fumo subiram 1,72% e com bebidas não alcoólicas 1,43%. Os gastos com habitação tiveram alta de 0,48%, puxados pela energia elétrica (1,04%) e condomínio (1%).

Os itens relacionados à saúde tiveram elevação de 0,43%. Os contratos de assistência médica subiram 0,68%. O grupo de transportes registrou inflação de 0,36% nos preços relacionados. A gasolina aumentou 1,1% e o etanol 2,10%.

No grupo educação, a alta ficou em 0,08%. Enquanto nos produtos e serviços ligados à alimentação houve queda de -0,40%. Os cereais tiveram retração nos preços de -6,13 e a batata de -11,64%.


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Mulher que pisou em prego em camarote de Carnaval será indenizada

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A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão arrow-options
Foto: Reprodução/Internet

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal condenou uma empresa a indenizar uma mulher que feriu o pé ao pisar em prego exposto no “Camarote Salvador”, na Bahia.

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão e que, por isso, perdeu os ingressos adquiridos para o evento.

Em sua defesa, a empresa afirmou ter contratado outra empresa para prestar assistência médica nas dependências do camarote a todos os participantes do evento.

A produtora também alega que prestou atendimento à autora após o incidente e que orientou a foliona a receber vacinação o mais rápido possível.

O colegiado entendeu que o acidente sofrido caracterizou defeito na prestação de serviço e determinou o pagamento de R$ 3 mil a autora por danos morais.

Fonte: IG Economia
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Economia

Para economizar, foliões levam bebidas para blocos e frustram ambulantes

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Foliões com garrafas plásticas de bebida nas mãos arrow-options
Cléber Júnior/Agência O Globo

Foliões prepararam bebidas antes de sair de casa e levaram em garrafas plásticas

Apesar dos blocos estarem levando até 320 mil pessoas para a folia do Carnaval no Rio de Janeiro , como foi o caso da atriz e cantora Preta Gil na manhã deste domingo (16), alguns ambulantes têm reclamado do fraco movimento de venda. Por volta das 10h desta manhã, um grupo tentava driblar a “crise” seguindo para outro ponto da Avenida Presidente Antônio Carlos, onde o megabloco desfilou.

Rosana Maria da Silva chegou às 8h no local e, em duas horas, havia vendido três latinhas de cerveja a R$ 10. Na semana passada, durante o bloco da Claudia Leitte, ela já tinha totalizado R$ 80 em vendas nas duas primeiras horas.

“Vou procurar outro ponto. Não vendi nada ainda, praticamente. Meu isopor está cheio, disse, incomodada. “Na semana passada também não foi tão bom, mas estava melhor que hoje [domingo]”.

Leia também: Bloco ‘Chora me liga’ no Rio tem foliões detidos e ambulantes barrados

Daiana Pereira, de 34 anos, também resmungou do pouco movimento. Para ela, a quantidade de ambulantes e o fato de que muitos foliões estão trazendo a própria bebida estão influenciando no desempenho de venda dos vendedores.

“Eu não sei o que está acontecendo. Mas percebo que o público está abaixo do esperado, sem contar que, com o desemprego, muita gente se cadastrou como ambulante. Além disso, vejo grande parte do público trazendo suas bebidas de casa.”

Leia também: Sé e Pinheiros vão concentrar maior parte dos blocos neste carnaval; veja lista

O cabeleireiro Victor Estrela, de 22 anos, chegou ao Bloco da Preta com os amigos da Baixada Fluminense com a bolsa térmica cheia: catuaba, cerveja, vodka e enérgetico.

“A bebida alcoólica é nosso combustível. Fizemos uma vaquinha e trouxemos tudo porque sai muito mais barato”, afirmou o folião, contando que o grupo de 13 pessoas gastou pouco mais de R$ 100 para compraras bebidas consumidas na folia.

O casal Emerson Soares e Talita Souza chegou de Campo Grande com a bolsa cheia e disseram ter desembolsado apenas R$ 30 com 15 latinhas de cerveja e duas garrafas de água. A técnica em saúde bucal, Vanessa Macedo, de 24 anos, reforça a economia. “Se fôssemos comprar aqui, cada um gastaria pelo menos R$ 100.”

Leia também: “Anjos do Carnaval” vão atuar contra o abuso e assédio nos blocos de 5 cidades

Em seu quarto ano de vendas no carnaval carioca, a ambulante Patricia Gomes apostou no bloco Suvaco do Cristo, no Jardim Botânico, que levou 35 mil pessoas para as ruas do bairro da Zona Sul. Ela abasteceu o isopor e ficou posicionada na Rua Jardim Botânico à espera dos foliões. Mas o faturamente foi abaixo do esperado

“Primeiro que tem muito ambulante pra pouco folião. Segundo, que tem muita gente trazendo bebida de casa”, disse Patricia.

O estudante de nutrição Rodrigo Bernardo, de 23 anos, foi um dos que preferiram comprar bebida antes do bloco. Morador da Freguesia, na Zona Oeste, ele cruzou a cidade com o uma bolsa térmica lotada de cerveja e água. Tudo pela economia. “É ruim de carregar, mas fica muito mais barato que no bloco.”

Fonte: IG Economia
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