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Economia

Aposentadoria de militares é mais generosa no Brasil que nos EUA e Portugal

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Aposentadoria das Forças Armadas está excluída da proposta de reforma da Previdência de Temer
EXÉRCITO BRASILEIRO/DIVULGAÇÃO

Aposentadoria das Forças Armadas está excluída da proposta de reforma da Previdência de Temer

O sistema de aposentadoria dos militares brasileiros é muito generoso no Brasil. Mais do que o oferecido à corporação pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e por Portugal. As informações foram publicadas neste domingo (18), pela Folha de S.Paulo.

VEJA AINDA: Temer garante que reforma da Previdência atingirá os políticos

De acordo o levantamento feito pelo jornal, enquanto, as regras atuais brasileiras permitem que os militares tirem a aposentadoria com salário integral após 30 anos (se homens) ou 25 anos (se mulheres) de serviços prestados, com o mesmo tempo de serviço, os EUA dão aos militares 60% do salário.

Sob as mesmas condições, os militares do Reino Unido recebem 43% do salário integral e os de Portugal recebem 83%, se atenderem a ainda outros requisitos. Nessas três nações, o benefício é concedido da mesma forma para militares homens e mulheres.

A aposentadoria dos militares das Forças Armadas brasileiras virou um assunto polêmico depois que o presidente Michel Temer (PMDB) decidiu excluí-los da sua proposta de reforma da Previdência. Tal reforma deve estabelecer a idade mínima de 65 anos e ao menos 25 anos de contribuição para que o trabalhador possa se aposentar.

Para o Ministério da Defesa, no entanto, comparações internacionais não valem. Afinal, países como os EUA oferecem outros benefícios, como educação de qualidade ou desconto nos impostos, para reter talentos nas Forças Armadas.

Em contrapartida, militares americanos e britânicos estão mais expostos ao perigo, porque seus países se envolvem em guerras com frequência. No Brasil, os militares só têm se envolvido em conflitos quando participam de missões de paz da ONU.

Excluídos das regras gerais

Por conta das especificidades da carreira militar ? como o risco de morte, ausência de pagamento de hora extra e falta do direito à greve ? muitos países adotam regras diferentes para aposentadoria dessa classe.

Mas, ao contrário do Brasil, os benefícios de militares americanos, britânicos e portugueses são proporcionais ao tempo de serviço, o que estimula os profissionais a continuarem trabalhando por mais tempo.

De acordo com os dados coletados, no Brasil, se ingressar na carreira com 17 anos, um militar vai para a reserva com salário integral aos 47 anos. Nos EUA, é possível tirar a aposentadoria mais cedo, aos 37 anos, mas o valor da remuneração nesse caso é de 40% do salário.

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Economia

Dólar volta a bater recorde, mas bolsa recupera-se e sobe

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Em mais um dia marcado pelo receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, a instabilidade diminuiu. O dólar voltou a subir e a bater recorde nominal desde a criação do real, mas a bolsa interrompeu a sequência de quedas.

Em alta pela oitava sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28) a R$ 4,481, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 4,513. A divisa desacelerou na hora final de negociação, até fechar próxima da estabilidade.

Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 11,67%. Apenas em fevereiro, a divisa subiu 4,56%. O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 4,949, com alta de 0,3% nesta quinta-feira.

O Banco Central (BC) vendeu US$ 1 bilhão em novos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. A autoridade monetária também rolou (renovou) R$ 650 milhões de contratos de swap que venceriam em abril.

No mercado de ações, a bolsa também teve um dia de volatilidade. Depois de cair por quatro sessões seguidas, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), recuperou-se e encerrou esta sexta-feira aos 104.171 pontos, com alta de 1,15%. O indicador inverteu o movimento apenas no fim do dia. Por volta das 12h15, o índice chegou a cair quase 3% e operar abaixo dos 100 mil pontos.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro em todo o mundo tem atravessado turbulências em meio ao receio do impacto do coronavírus sobre a economia global. Além da interrupção da produção em diversas indústrias da China, a disseminação da doença na Europa e a confirmação do primeiro caso no Brasil indicam que outras economias podem reduzir a atividade por causa do vírus.

Com as principais cadeias internacionais de produção afetadas, indústrias de diversos países, inclusive do Brasil, sofrem com a falta de matéria-prima para fabricarem e montarem produtos. A desaceleração da China também pode fazer o país asiático consumir menos insumos, minérios e produtos agropecuários brasileiros. Uma eventual redução das exportações para o principal parceiro comercial do Brasil reduz a entrada de dólares, pressionando a cotação.

Entre os fatores domésticos que têm provocado a valorização do dólar, está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Empresa usa currículos de candidatos para embalar produtos em Rondônia

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Uma loja de bijuterias e artigos de decoração em Rondônia gerou repercussão na internet nesta semana após uma cliente ter relatado que comprou peças de vidro no estabelecimento e, ao chegar em sua casa, notou que os produtos foram embalados com currículos deixados na empresa por pessoas que estão à procura de emprego em Porto Velho. As informações foram divulgadas na última quinta-feira (27) pelo portal G1 Rondônia.

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A cliente da loja então reclamou na internet, publicando uma foto dos currículos embrulhados em sua compra. O caso ganhou repercussão nas redes sociais.

Post de revolta da cliente arrow-options
Divulgação/Instagram

Post de revolta da cliente


A mulher escreveu: “Total falta de respeito e noção. Tem gente que pega grana emprestada pra imprimir e entregar o currículo, ou às vezes anda a pé por quilômetros para entregar o currículo, aí vem uma pessoa e faz isso. Revoltante!!!”

A loja “Patricinha Fashion” informou por meio de nota que p uso de currículos no embalo de produtos não é uma prática ensinada aos seus funcionários.

“Pedimos sinceras desculpas pelo terrível incidente. Trata-se de um fato pontual”, afirmou a empresa.

Ver essa foto no Instagram

?Nota de esclarecimento .

Uma publicação compartilhada por ☝️ Assistam os stories (@lojaspatricinhafashion) em 26 de Fev, 2020 às 3:22 PST


Além disso, a loja comunica que nenhum dos colaboradores de Porto Velho foi prejudicado por conta do ato.

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