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Rafael Coutinho: “A arte é a única via de expressão capaz de mudar alguma coisa”

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Rafael Coutinho ? filho da também artista visual Laerte Coutinho ? tem mais de dez anos de experiência no ramo de quadrinhos e ilustrações e, por isso, não poderia ficar de fora da Comic Con Experience, o maior evento do Brasil voltado exclusivamente para amantes de HQs, filmes, e todo o universo da cultura pop. Sendo uma figura tão relevante no ramo, inclusive por questões familiares, o quadrinista marcou presença na feira.

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Rafael Coutinho falou sobre o papel do mercado na vida e na obra de um artista na CCXP 2016
Divulgação

Rafael Coutinho falou sobre o papel do mercado na vida e na obra de um artista na CCXP 2016


Mesmo sendo filho de um dos maiores nomes dos quadrinhos no Brasil ? Laerte Coutinho ? ele falou que não acredita em dom quando o assunto se trata de arte. “Dom não existe, é um mito, Papai Noel das artes”, brincou. “Acho que isso é uma estrada e isso torna as coisas muito mais bonitas. Faz a gente se conhecer muito, sou grato por ter escolhido as artes” comentou Rafael Coutinho.

“Minha vida é muito intensa, tem sempre dez coisas acontecendo ao mesmo tempo. Acabei de terminar um livro que estava fazendo há seis anos e meio, já comecei outro com o Lucas Santana e o João Paulo Cuenca, recentemente terminei Forrest Gump, curei um evento que reuniu gente de todo o Brasil. Não paro nunca”, disse o artista que admitiu ter sempre alguma coisa engatilhada para o futuro e não deixa essa vida de lado quase nunca.

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Essência

Rafael não esconde a surpresa ao falar no crescimento do mercado de artes e quadrinhos nos últimos anos no Brasil, mas não deixa nunca seus questionamentos sobre os fundamentos disso para trás. “É muito importante entendermos como esse crescimento acontece. Para onde ele nos leva e nos orienta. Afinal, ele é uma força emancipadora ou constrange os artistas?”. Para ele, apesar de todo o peso positivo dessa expansão ? “afinal, os artistas precisam pagar suas contas e escoar sua arte” ? também há esse lado duvidoso da questão.

Poderia a arte estar se insuflando de nada e perder sua essência? “Do ponto de vista criativo, será que não estamos tolhidos e direcionados demais para o entretenimento?” se questiona quando toca no assunto. “A gente precisa refletir e extrair do momento o que ele tem de melhor”, conclui ele, pois, apesar das incertezas, a força que a arte vem ganhando não deve ser desprezada.

Na política

“Eu acho que a arte é a única ferramenta possível e viável de diálogo entre a sociedade. É a única via de expressão capaz de mudar alguma coisa”, diz Rafael sobre a posição da arte na política que, como fez questão de ressaltar, é estratégico e de suma importância. “A arte é o lugar que a gente materializa nossos desejos e frustrações. É onde nossa subjetividade ganha corpo e sem isso a gente morre”, finaliza. A arte, para ele, é uma forma política, um agente de transformação tão poderoso como outros tantos podem ser.

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“Acho que nós artistas sempre temos que nos posicionar e questionar, porque arte sem questionamento é vazia, entretenimento sem conteúdo é completamente vazio”, reflete sobre a posição que o artista ocupa no meio do fogo cruzado das questões e posicionamentos políticos.

Se reinventando

“Gosto de zerar tudo o que sei até ali e tentar algo novo”, comenta Rafael Coutinho sobre sua busca por, em cada novo trabalho, trazer um novo fôlego para sua arte. “Gosto de estar sempre buscando o diferente”, termina. Para ele, é dessa vontade de se reinventar e superar seu próprio “eu” anterior que nascem ? e renascem ? seus trabalhos. Em sua última publicação, “O Beijo Adolescente”, ele apostou no crowdfunding para financiar o projeto, mas comentou que o processo foi muito extenuante e não pretende repeti-lo em sua carreira.

Fonte: IG GENTE
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Artistas pedem para Biden não assinar acordo ambiental com Bolsonaro

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Caetano Veloso e Katy Perry assinaram a carta  direcionada para Joe Biden
Reprodução/Instagam

Caetano Veloso e Katy Perry assinaram a carta direcionada para Joe Biden

Um grupo de artistas internacionais divulgou nesta terça-feira (20) uma carta pedindo para o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não assinar acordos ambientais com o governo de Jair Bolsonaro .

A iniciativa dá sequência a uma campanha semelhante lançada na semana passada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e que cobra a Casa Branca a não firmar acordos “a portas fechadas” com o Palácio do Planalto.

“Compartilhamos suas preocupações de que ações urgentes devem ser tomadas para enfrentar as ameaças à Amazônia, ao nosso clima e aos direitos humanos, mas um acordo com Bolsonaro não é a solução. Encorajamos você [Biden] a continuar o diálogo com povos indígenas e comunidades tradicionais da Bacia Amazônica, com governos subnacionais e a sociedade civil, que têm soluções e desenvolveram propostas para sua consideração, antes de anunciar quaisquer compromissos ou liberar quaisquer fundos”, diz a carta.

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Entre os signatários estão os atores Leonardo DiCaprio, Joaquin Phoenix, Orlando Bloom, Mark Ruffalo, Jane Fonda, Sonia Braga e Wagner Moura, a cantora Katy Perry e os músicos Roger Waters, Gilberto Gil e Caetano Veloso.

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Bolsonaro negocia com os EUA um acordo para obter financiamentos para proteger a Floresta Amazônica e chegou a prometer a eliminação do desmatamento ilegal no Brasil até 2030, compromisso inédito em seu mandato.

No entanto, os Estados Unidos já indicaram que só devem liberar recursos após o governo brasileiro apresentar resultados concretos. No poder desde janeiro, Biden vai organizar uma cúpula de líderes para discutir a crise climática em 22 e 23 de abril, e espera-se que a Amazônia, maior floresta tropical do mundo, seja um dos temas em pauta.

Em março, o desmatamento no bioma atingiu o maior valor em 10 anos, com 810 quilômetros quadrados de vegetação destruídos, um aumento de 216% em relação ao mesmo período de 2020, segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

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“Desde que Bolsonaro assumiu o cargo, em janeiro de 2019, a legislação ambiental foi sistematicamente enfraquecida e as taxas de desmatamento triplicaram. As terras indígenas, que são as mais protegidas da Amazônia, foram invadidas, desmatadas e queimadas impunemente. Os direitos dos povos indígenas, guardiões da floresta, foram violados por Bolsonaro e seu governo”, afirma a carta dos artistas.

Fonte: IG GENTE

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Brunna Gonçalves conta que já teve bulimia: “Não conseguia me olhar no espelho”

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Brunna Gonçalves revela que já sofreu com bulimia
Reprodução/Instagram

Brunna Gonçalves revela que já sofreu com bulimia

Brunna Gonçalves, mulher da cantora Ludmilla , respondeu perguntas dos fãs nas redes sociais e revelou que sofria de bulimia quando morava fora do Brasil. “Teve uma época da minha vida, quando eu morei fora da última vez, tive crise de ansiedade e engordei 18 kg. Do nada. Não conseguia me olhar no espelho, botar um biquíni, tirar foto. Quando tirava, me emagrecia toda. Quando fazia Stories, queria botar muito filtro para não aparentar que meu rosto estava redondo”, afirmou.

A dançarina de 29 anos disse que não tinha controle sobre a alimentação. “Queria comer muito e só parava de comer quando sentia minha barriga doer. Foi uma época muito difícil para mim. Tinha que acordar cedo todo domingo, sem comer, e me pesar. Se eu engordasse um grama tinha que pagar uma multa. Não digo que entrei em depressão, mas fiquei muito mal. Isso mexia com o meu psicológico”, relembrou.

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Brunna disse que as pessoas próximas queriam conversar com ela sobre o assunto, mas isso nunca aconteceu. “Daí vieram vários gatilhos, como botar o dedo na garganta para vomitar. Não gosto de falar essas coisas porque não gosto de lembrar dessa época. Mas foi muito difícil!”.

Fonte: IG GENTE

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