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Estudo mostra impacto da crise econômica no mercado de shows em 2016

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Não é novidade para ninguém que 2016 foi um ano complicado para a economia brasileira, mas um levantamento feito pela Eventbrite detalhou qual foi o impacto da instabilidade econômica no mercado de shows no País. Os resultados serão apresentados em uma palestra na SIM São Paulo, na capital paulista, neste sábado (10).

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Segundo estudo da Eventbrite, mercado apresentou dificuldades para grandes shows e premiou experiências inovadoras
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Segundo estudo da Eventbrite, mercado apresentou dificuldades para grandes shows e premiou experiências inovadoras

“Não sabemos se as mudanças vieram pela crise ou se aconteceriam de qualquer jeito”, explicou Hugo Bernardo, country manager da Eventbrite no Brasil, em entrevista ao iG. Para ele, o panorama de shows no País não foi de todo ruim: alguns tipos de eventos se saíram melhor do que outros. “Quem apostou em experiências diferentes cresceu, mas quem trouxe show grande teve dificuldades”, adiantou.

Para reunir os números, a empresa ouviu mais de 1.000 pessoas que frequentam eventos de música ao vivo para traçar seu perfil de consumo. Depois, eles entrevistaram cerca de 200 pessoas envolvidas com a indústria, como produtores, agentes e donos de casas de shows.

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Apesar dos resultados completos ainda não terem sido divulgados, o estudo mostrou que 2016 não foi um ano favorável para o mercado de música ao vivo no País, mas que os consumidores querem frequentar mais eventos no próximo ano.

Nem tudo é ruim

Entretanto, teve gente se dando bem na música em 2016. Para Hugo Bernardo, aqueles que apostaram em experiências inovadoras tiveram um bom ano. “Alguns clientes nossos tiveram um ano ótimo”, contou. “As pessoas querem uma experiência única a cada vez que vão no evento”, explicou o executivo. O ano mostrou que alguns formatos de eventos de música ao vivo dão mais certo do que outros, entre eles festas temáticas e festivais.

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O estudo ainda aponta que as pessoas estão ouvindo cada vez mais música, mas pagando cada vez menos por isso. “Houve uma queda acentuada em música comprada, mas crescimento em música ouvida”, disse o country manager da Eventbrite. Isso pode ser explicado pela popularização dos serviços de streaming, como Spotify, Apple Music, Deezer e YouTube ? alguns deles com versões gratuitas.

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Projeção incerta

Para 2017, a sensação é de incerteza. “Essa sensação vem da crise econômica”, confirmou Hugo Bernardo, mas sem colocar toda a culpa das mudanças na instabilidade. Para ele, todo mundo está preparado para os piores cenários no próximo ano, mas algumas áreas da música ao vivo estão crescendo. “O mercado está atrás de novas audiências”, garantiu.

Hugo Bernardo apresenta a pesquisa sobre o mercado de shows no Brasil em palestra neste sábado (10), dentro da SIM São Paulo. O evento acontece na Sala Paulo Emílio do Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso) a partir das 12h e é aberto a todos que têm a Pro-Badge do festival.

Fonte: IG GENTE
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Rainha Elizabeth II completa 95 anos em momento conturbado

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Rainha Elizabeth II vestindo o luto por seu marido e consorte real, o príncipe Philip, velado no último final de semana
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Rainha Elizabeth II vestindo o luto por seu marido e consorte real, o príncipe Philip, velado no último final de semana

A rainha Elizabeth completa 95 anos nesta quarta-feira, 21, quando são feitos 21 disparos de canhões em sua homenagem. Entretanto, a comemoração oficial só será realizada em junho, com um grande desfile. A tradição remonta ao século 17 e a razão é prática: o tempo costuma estar melhor em junho e, assim, mais expectadores podem ver a comitiva passar. Tradição e pragmatismo são dois eixos que regem o reinado de Elizabeth. E, neste momento ruim para comemorações, após o  velório do príncipe Philip e as polêmicas com Harry e Meghan , não seria diferente. O aniversário da rainha acontece em momento delicado, após a morte do marido consorte real e príncipe do Reino Unido, Philip Mountbatten, que foi velado no último de semana; além da polêmica (apelidada de Megxit) com o neto Harry e a mulher dele, Meghan, que se afastaram das atividades reais e deram uma entrevista, recentemente, à apresentadora Oprah, revelando que a família da rainha estava criticando a cor da pele do filho do casal . Definitivamente, é um mau momento para celebrações.

O portal Daily Mirror chegou a classificar a situação como a “pior crise da monarquia desde a abdicação de Edward VIII, tio de Elizabeth, em 1936. O The Guardian comparou com a morte de Lady Di, em 1997. Os anos difíceis não foram poucos, mas a rainha está acostumada a superar os problemas para manter a monarquia viva. Desta vez, os especialistas estão divididos: alguns acreditam que Elizabeth vá abdicar do trono após esses últimos fatos e também por sua elevada idade. Os boatos sobre isso já crescem há dois anos. “Estou convencido de que a rainha dará um passo atrás”, afirma Robert Jobson, colunista do London Evening Star, jornal tradicional inglês. Mesmo assim, a maioria ainda acredita que ela nunca vai abdicar do trono porque a monarquia não deve correr riscos. As pesquisas no Reino Unido apontam que apenas 20% dos britânicos se definem como republicanos, mas se o filho dela, o príncipe Charles, 72 (primeiro na linha sucessória), quem o povo condissera um elo fraco, herdar o trono, isso poderia indicar uma mudança nas pesquisas e tendências – segundo a revista XL Semanal, líder na Espanha.

Camila, Duqueza da Cornualha, Príncipe Charles, Elizabeth II, falecido príncipe Philip, príncipe William e Kate Middleton, Duquesa de Cambridge
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Camila, Duqueza da Cornualha, Príncipe Charles, Elizabeth II, falecido príncipe Philip, príncipe William e Kate Middleton, Duquesa de Cambridge

A relação entre o príncipe Charles e sua mãe sempre distante e até ruim, mas isso melhorou um pouco nos últimos tempos. Em novembro de 2020, quando ele completou 72 anos, os dois riram abertamente em público juntos e, também por isso, a imprensa britânica passou a falar da possibilidade de abdicação. Dona do maior reinado da história, com 70 anos de duração, Elizabeth II subiu ao trono em 1952, com 25 anos da idade. Desde muito jovem, aprendeu a não se lamentar pelas obrigações e nem sair da linha. XL Semanal comenta, em matéria especial sobre o aniversário da rainha, que já ocorreram muitos escândalos envolvendo a família real e com consequência da saída de alguns membros, sejam eles de sangue azul ou não. Antes de Harry e Meghan , havia sido o príncipe Andrew, apontados por muitos como o filho favorito da rainha, após a imprensa comentar sobre sua amizade com Jeffrey Epstein, envolvido em um escândalo sexual. Tanto Harry quanto Andrew deram entrevistas televisivas bombásticas. E a reação da rainha foi a impavidez, se mantendo estável e firme.

Elizabeth II e Susan
Getty Images

Elizabeth II e Susan

Elizabeth tem sido firme por toda a sua vida. Sempre fiel à sua maneira de ser, a rainha teve 30 cachorros da mesma raça, corgi , todos descendentes da primeira, Susan, que recebeu de presente do pai quando completou 18 anos; usou a mesma marca de sapatos, comeu o mesmo cereal durante décadas e tomou o mesmo drink (dubonnet com gin) durante décadas. Uma das maiores marcas britânicas é a presença da rainha, que tem trabalhado em agendas anuais de, pelo menos, 200 aparições. Segundo depoimento da mulher do príncipe Andrew, Sofia, a rainha inclusive escolhe usar roupas coloridas para ajudar a conquistar a atenção dos súditos. “Precisa ter certeza de que as pessoas vão vê-la. Quando ela vai a algum lugar, sempre há multidões e as pessoas querem ver pelo menos um pedacinho do chapéu da rainha”, disse Sofia. Elizabeth tem 1,63 de altura. Muitos ingleses acreditam que a rainha pensa que, depois de todos os ocorridos, deve uma coroação ao seu filho, Charles, mesmo acreditando que o ideal seria um reinado curto, quase um parêntese, antes do reinado de William, filho de Charles e Lady Di e segundo na linha sucessória. William e Kate Middleton já representam o que muitos quiseram ver em Charles e Diana, um casal moderno e exemplar , capaz de garantir a continuidade e a sobrevivência da monarquia. Não por acaso foi William que se pronunciou para defender a honra da família real após a entrevista de Harry e Meghan para Oprah , quando comentaram questões de racismo na família.

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Fonte: IG GENTE

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“BBB 21”: Caio Afiune é eliminado com 70% dos votos

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Caio
Reprodução/Instagram

Caio


Caio Afiune deixou o “BBB 21” na noite desta terça-feira (20), com 70,22% dos votos. O fazendeiro estava no paredão com Fiuk e Gilberto Nogueira, que receberam, respectivamente, 27,99% e 1,79% dos votos. 

Na reta final do programa, Caio foi parar na berlinda após receber, junto com João, Juliette e Pocah, mais votos da casa. Viih Tube, a líder da semana, teve que desempatar e acabou mandando o fazendeiro ao paredão.

Para o discurso de eliminação, Tiago Leifert citou uma falta de comprometimento de Caio com o jogo. “A entrega tem que ser total o tempo inteiro, não dá pra jogar dizendo que: ‘Ah eu tenho minha vida lá fora’. Você tem que estar o tempo inteiro aí dentro”, disse o apresentador.

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“Eu agradeço porque foi um sonho. Foi um capítulo do meu sonho, da minha vida, e eu vou voltar pro sonho principal da minha vida, que é a minha família”, respondeu Caio no papo ao vivo com Tiago, após sair da casa.

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Caio já tinha se incrito para o “Big Brother Brasil” outras duas vezes. Aos 32 anos, casado com Waléria e pai de duas meninas, Alice e Manuella, o goiano é fazendeiro e tem uma plantação de milho e soja em Anápolis.

A menos de 15 dias da grande final, o “BBB 21” está em modo turbo. Até o próximo dia 4, o reality show, que conta agora com oito participantes, terá que ter definido o trio finalista.  Para isso, esta será uma “supersemana”, segundo Tiago Leifert já havia adiantado.


Fonte: IG GENTE

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