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Economia

Vendas de consórcio caem 6,7% em 10 meses

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Vendas de veículos por consórcio caíram 6,4% de janeiro a outubro, somando 1,62 milhão de unidades   EBC

As vendas de novas cotas de consórcios de todas as modalidades acumulam uma queda de 6,7% em todo o país de janeiro a outubro deste ano, se comparadas com o mesmo período do ano passado.

O total de cotas comercializadas atingiu 1,82 milhão ante 1,95 milhão em 2015. Em valores, os créditos negociados somaram R$ 65,15 bilhões, 10,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2015 (R$ 72,57 bilhões).

Os dados foram divulgados hoje (6) pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). O balanço da entidade mostra recuos de 8,5% nas contemplações (1,08 milhão) e 3,6% no total liberado ao mercado: R$ 32,83 bilhões.

Apesar dessas retrações no período acumulado, a Abac destaca que, em outubro, as adesões superaram a média mensal de 182,5 mil cotas ao atingir 220 mil, número que foi o segundo melhor do ano, só superado pelo recorde de agosto: 221 mil cotas.

O total de participantes ativos somou 7 milhões, 1,8% inferior ao existente em outubro do ano passado (7,13 milhões). Já o valor médio da cota neste mês aumentou 1,6%, passando de R$ 37 mil para R$ 37,6 mil.

Serviços

Na contramão da média dos segmentos analisados, a demanda por cotas na área de serviços cresceu 54,3% com 14,2 mil novos consorciados e o volume de créditos aumentou 79,7% (R$ 94,65 milhões).

Foram contemplados 9,15 mil consorciados, uma alta de 29,8% e o total liberado atingiu R$ 50,98 milhões, 29,8% mais do que igual período de 2015.

Segundo a Abac, a preferência dos contemplados foi para os serviços residenciais (63,1%), seguido pela área de saúde e estética (17%) com predomínio de cirurgias plásticas e outros 6,4% dos consorciados escolheram o uso do crédito para festas ou eventos.

Consórcio de veículos

No setor de veículos automotores, de janeiro a outubro, as novas cotas vendidas somaram 1,62 milhão de unidades, movimento 6,4% abaixo de igual período de 2015. Os créditos negociados atingiram R$ 44,51 bilhões, queda de 9,5% sobre o mesmo período do ano passado.

Já a quantidade de consorciados que puderam comprar os seus bens alcançou 999,6 mil, 9,1% menos do que no acumulado de janeiro a outubro do ano passado. Os valores disponibilizados foram de R$ 26,80 bilhões, com queda de 4,6%.

O destaque foram as vendas no segmento de veículos leves (automóveis , camionetas e utilitários) com 843,3 mil de janeiro a outubro, o que significa uma alta de 6,1% sobre o mesmo período do ano passado. Em valores, as vendas ficaram estáveis em R$ 33,08 bilhões. Também foi estável o número de contemplados (431,5 mil). O mesmo ocorreu com o volume de créditos disponibilizados (R$ 17,48 bilhões).

Já na área de motocicletas, os negócios recuaram 17% e os créditos comercializados caíram 37,2% (R$ 5,74 bilhões). Também ocorreu retração de 15,6% no total de créditos liberados (R$ 5,78 bilhões).

Imóveis

A procura de consórcios como meio de adquirir a casa própria teve um recuo de 12,8%. No acumulado do ano até outubro, foram vendidas 175 mil cotas, movimentando créditos de R$ 20,49 bilhões, 11,9% abaixo do mesmo período de 2015.

Já os valores liberados aumentaram 1,4% totalizando R$ 5,94 bilhões e o número de consorciados que puderam comprar os bens atingiu 59,8 mil, 1,4% acima de igual período do ano passado.


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Azul desiste de comprar Latam após reajuste de valor

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Azul desistiu da compra da Latam
Calebe Murilo

Azul desistiu da compra da Latam

A Azul anunciou que desistiu da compra da Latam Airlines, após a empresa chilena recusar a oferta de US$ 5 bilhões. A companhia aérea confirmou o cancelamento da proposta nesta segunda-feira (29).

Em comunicado, a empresa comandada por David Neeleman informou que as dificuldade do mercado aéreo faz com que a pedida da Latam seja acima das expectativas. Para negar a proposta, a empresa chilena justificou que conseguiu financiamento acima do valor oferecido pela companhia.

A Azul tinha interesse nos horários de vôos da companhia chilena, principalmente os de Guarulhos e aeroportos internacionais. Com a desistência, a empresa informou que continuará investindo em suas rotas e aeronaves.

“Como resultado, a Azul vai continuar a se concentrar em suas vantagens competitivas e flexibilidade de frota… e avaliar futuras parcerias e oportunidades de consolidação disponíveis no mercado”, afirmou a empresa, em nota.

A Latam está em recuperação judicial nos Estados Unidos e apresentou uma proposta de US$ 8,1 bilhões para manter suas operações. O caso ainda é estudado pela Justiça americana, que deve ouvir os credores sobre a oferta da empresa.

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Quer investir? Veja opções para render seu dinheiro além da poupança

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Poupança é um dos investimentos menos rentáveis
Reprodução: iG Minas Gerais

Poupança é um dos investimentos menos rentáveis

Atualmente, o rendimento da poupança é de 70% da taxa básica de juros (Selic) mais Taxa Referencial (TR), que está zerada — ou seja, rende apenas o equivalente a 5,43% ao ano. Por isso, já faz algum tempo, este é considerado pelos especialistas um dos piores investimentos. Existem opções mais vantajosas — e também seguras — para quem guarda dinheiro na caderneta por medo de precisar do montante em uma eventualidade.

Se o objetivo é formar uma reserva de emergência, o professor do Insper e head de Educação Financeira do C6 Bank, Liao Yu Chieh, explica que é fundamental escolher ativos de baixo risco e que tenham liquidez diária, ou seja, que possam ser sacados sempre que for necessário. Dessa forma, ela sugere aplicar recursos no Tesouro Selic, em fundos de Renda Fixa ou em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de bancos pequenos.

“O passo acima da poupança é um CDB que renda pelo menos 100% do fundo DI, já que ambos são investimentos com a mesma segurança, por serem garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (ou seja, mesmo que a instituição financeira quebre, o cliente é ressarcido). Um segundo degrau são os fundos de investimento de renda fixa com liquidez diária e pagamento no mesmo dia”, diz o professor.

“O terceiro nível é o Tesouro Selic, em que você investe no governo federal e, para isso, precisa de uma corretora”.

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A head de Renda Fixa da XP, Camilla Dolle, também sugere aplicar em Tesouro Selic de prazo mais curto; além de fundo referenciado DI sem taxa de administração; ou CDBs de liquidez diária que paguem pelo menos 100% do DI.

“Desde setembro, os resgates feitos até as 13h no Tesouro Direto são liquidados no mesmo dia. Então, isso facilita ainda mais a vida do investidor. No caso dos fundos DI, geralmente estes podem ser resgatados no mesmo dia também”, explica Camilla.

Economista-chefe da Órama e professor do Ibmec-RJ, Alexandre Espírito Santo alerta que, em alguns casos, ao solicitar o resgate antes do vencimento, o investidor pode receber menos do que espera. Por isso, é preciso estar atento às regras contratuais e contar com a orientação de profissionais experientes, de instituições que tenham tradição e seriedade.

“A renda fixa também varia, porém, costuma ser uma variação bem menos expressiva do que a de mercados como a Bolsa de Valores. Para que o investidor evite perda na renda fixa, o ideal é que carregue seus títulos de renda fixa para o vencimento. Nesta data, ele terá o rendimento acordado quando fez a operação”, orienta.

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