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BB e Correios fazem acordo para manter serviços do Banco Postal

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O Banco do Brasil (BB) e os Correios assinaram acordo para continuidade da distribuição de produtos e serviços da instituição financeira na rede de atendimento do Banco Postal pelo prazo de até 36 meses. A informação foi divulgada na noite dessa segunda-feira (5) pelo BB.

Correios

CorreiosMarcello Casal Jr/Agência Brasil

O Banco Postal é um correspondente na prestação de serviços bancários básicos, resultado de parceria entre os Correios e uma instituição financeira.

O acordo estabelece novo modelo de remuneração mensal baseado em uma parte fixa de R$ 5 milhões e o restante conforme a performance do negócio, por meio de comissionamento variável, de acordo com o volume de serviços prestados. Ao adotar este modelo, estima-se que o BB pague aos Correios aproximadamente R$ 24 milhões no primeiro mês, valor que poderá variar de acordo com a produtividade da rede do Banco Postal.

No novo contrato, os clientes terão acesso a produtos e serviços financeiros, tais como abertura de conta corrente completa, Conta Fácil, cartão de crédito, crédito pessoal, consignado, pagamentos de beneficiários da previdência social, recebimento de contas em geral, saques e depósitos.

Atualmente, o BB conta com 6.998 unidades de atendimento, sendo 4.972 agências de varejo e 1.781 postos de atendimento, que se somam aos 6.145 pontos de atendimento do Banco Postal.

O Banco do Brasil assumiu o Banco Postal em janeiro de 2012, no lugar do Bradesco. O contrato com o Banco do Brasil terminaria neste ano. No dia 6 de outubro, o Banco do Brasil e os Correios encerraram negociações e o banco desistiu de ampliar os serviços do Banco Postal. E os Correios anunciaram um processo de seleção pública para escolher uma instituição financeira para prestação de serviços de correspondente bancário, mas não recebeu nenhuma proposta dos bancos.


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Azul desiste de comprar Latam após reajuste de valor

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Azul desistiu da compra da Latam
Calebe Murilo

Azul desistiu da compra da Latam

A Azul anunciou que desistiu da compra da Latam Airlines, após a empresa chilena recusar a oferta de US$ 5 bilhões. A companhia aérea confirmou o cancelamento da proposta nesta segunda-feira (29).

Em comunicado, a empresa comandada por David Neeleman informou que as dificuldade do mercado aéreo faz com que a pedida da Latam seja acima das expectativas. Para negar a proposta, a empresa chilena justificou que conseguiu financiamento acima do valor oferecido pela companhia.

A Azul tinha interesse nos horários de vôos da companhia chilena, principalmente os de Guarulhos e aeroportos internacionais. Com a desistência, a empresa informou que continuará investindo em suas rotas e aeronaves.

“Como resultado, a Azul vai continuar a se concentrar em suas vantagens competitivas e flexibilidade de frota… e avaliar futuras parcerias e oportunidades de consolidação disponíveis no mercado”, afirmou a empresa, em nota.

A Latam está em recuperação judicial nos Estados Unidos e apresentou uma proposta de US$ 8,1 bilhões para manter suas operações. O caso ainda é estudado pela Justiça americana, que deve ouvir os credores sobre a oferta da empresa.

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Quer investir? Veja opções para render seu dinheiro além da poupança

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Poupança é um dos investimentos menos rentáveis
Reprodução: iG Minas Gerais

Poupança é um dos investimentos menos rentáveis

Atualmente, o rendimento da poupança é de 70% da taxa básica de juros (Selic) mais Taxa Referencial (TR), que está zerada — ou seja, rende apenas o equivalente a 5,43% ao ano. Por isso, já faz algum tempo, este é considerado pelos especialistas um dos piores investimentos. Existem opções mais vantajosas — e também seguras — para quem guarda dinheiro na caderneta por medo de precisar do montante em uma eventualidade.

Se o objetivo é formar uma reserva de emergência, o professor do Insper e head de Educação Financeira do C6 Bank, Liao Yu Chieh, explica que é fundamental escolher ativos de baixo risco e que tenham liquidez diária, ou seja, que possam ser sacados sempre que for necessário. Dessa forma, ela sugere aplicar recursos no Tesouro Selic, em fundos de Renda Fixa ou em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de bancos pequenos.

“O passo acima da poupança é um CDB que renda pelo menos 100% do fundo DI, já que ambos são investimentos com a mesma segurança, por serem garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (ou seja, mesmo que a instituição financeira quebre, o cliente é ressarcido). Um segundo degrau são os fundos de investimento de renda fixa com liquidez diária e pagamento no mesmo dia”, diz o professor.

“O terceiro nível é o Tesouro Selic, em que você investe no governo federal e, para isso, precisa de uma corretora”.

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A head de Renda Fixa da XP, Camilla Dolle, também sugere aplicar em Tesouro Selic de prazo mais curto; além de fundo referenciado DI sem taxa de administração; ou CDBs de liquidez diária que paguem pelo menos 100% do DI.

“Desde setembro, os resgates feitos até as 13h no Tesouro Direto são liquidados no mesmo dia. Então, isso facilita ainda mais a vida do investidor. No caso dos fundos DI, geralmente estes podem ser resgatados no mesmo dia também”, explica Camilla.

Economista-chefe da Órama e professor do Ibmec-RJ, Alexandre Espírito Santo alerta que, em alguns casos, ao solicitar o resgate antes do vencimento, o investidor pode receber menos do que espera. Por isso, é preciso estar atento às regras contratuais e contar com a orientação de profissionais experientes, de instituições que tenham tradição e seriedade.

“A renda fixa também varia, porém, costuma ser uma variação bem menos expressiva do que a de mercados como a Bolsa de Valores. Para que o investidor evite perda na renda fixa, o ideal é que carregue seus títulos de renda fixa para o vencimento. Nesta data, ele terá o rendimento acordado quando fez a operação”, orienta.

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