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Educação

Mais de 277 mil candidatos farão o Enem neste final de semana

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São Paulo - Estudantes chegam à Universidade 9 de Julho (Uninove) para o segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Barra Funda, zona oeste. (Rovena Rosa/Agência Brasil)

A primeira aplicação das provas do Enem ocorreu nos dias 4 e 5 de novembroRovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil

Neste final de semana, dias 3 e 4, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado para 277.624 candidatos impedidos de fazer a avaliação nos dias 5 e 6 de novembro. O esquema da segunda aplicação será semelhante ao da primeira. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. As provas começam a ser aplicadas às 13h30.

No primeiro dia, os candidatos terão quatro horas e 30 minutos para responder a 90 questões das áreas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias. No segundo dia, serão cinco horas e 30 minutos para as provas de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.

Os locais de prova estão disponíveis na Página do Participante e no aplicativo do Enem 2016, nas plataformas Android, iOS e Windows Phone.

O estudante deve levar um documento original com foto válido e caneta esferográfica preta fabricada em material transparente. É proibido o uso de qualquer equipamento eletrônico. Celulares devem ser desligados e colocados dentro em embalagem porta-objetos fornecida pelo aplicador.

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Gabarito e resultado

Os gabaritos das provas serão divulgados na quarta-feira (7) na Página do Participante e por meio do aplicativo Enem 2016. Os resultados estarão disponíveis para todos os candidatos, tanto os que fizeram a primeira quanto os que participaram da segunda aplicação, no dia 19 de janeiro.

Segunda aplicação

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ao todo, as provas serão aplicadas em 165 municípios e 418 locais de prova. Não haverá exame apenas em quatro estados: Roraima, Acre, Amazonas Amapá.

Do total de candidatos que farão a segunda aplicação, 273.521 (98,52%) não puderam participar do Enem regular por causa das ocupações em escolas, universidades e institutos federais, e 4.103 (1,47%) foram afetadas por contingências como a interrupção do fornecimento de energia elétrica.

Minas Gerais tem o maior número de inscritos para a segunda aplicação: 72.302 pessoas. Outras unidades federativas que se destacam são o Paraná (43.617), a Bahia (37.927), o Espírito Santo (23.486), Pernambuco (17.155) e o Rio de Janeiro (16.451).

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As provas serão diferentes daquelas aplicadas no início do mês, mas manterão o nível de dificuldade, o que, de acordo com o Inep, garantirá a isonomia entre os candidatos.

Vazamento

Ontem (1º) o Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) divulgou relatório da Polícia Federal no qual a PF constata que as provas do Enem vazaram para pelo menos dois candidatos, que foram presos e estão eliminados do exame. O Ministério da Educação (MEC) afirma que o exame não será cancelado e que a punição se restringirá aos envolvidos. O MEC garante ainda que a aplicação neste final de semana está mantida.


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Educação

Rio de Janeiro recebe Fórum Mundial de Educação Não Formal

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Começou hoje (9) e vai até quarta-feira (11) o Fórum Mundial de Educação Não Formal, no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro. Mais de 30 organizações internacionais da sociedade civil discutirão os desafios e o papel do modelo não formal na agenda da educação em todo o mundo.

O evento é uma iniciativa da Organização Mundial do Movimento Escoteiro em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), o Escritório do Enviado da Juventude do Secretário-Geral da ONU e os Escoteiros do Brasil.

Segundo os organizadores, o fórum tem como objetivo discutir como as organizações podem acompanhar as últimas tendências da educação não formal que utiliza o aprendizado prático e experiências educacionais que desenvolvem habilidades para a vida.

De acordo com a representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, ainda há 250 milhões de crianças e adolescentes fora da escola no mundo. No Brasil, são 2 milhões. A representante do Unicef acrescenta que cerca de 260 milhões de jovens no mundo não trabalham nem estudam.

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Para Florence, a prioridade é melhorar o sistema formal de ensino, mas para responder aos desafios do mundo contemporâneo, ela avalia que a educação não formal pode complementar o currículo tradicional. “Os jovens precisam ter acesso a uma educação cada vez mais diversificada, adquirir novas competências e responder às expectativas do mercado de trabalho”.

O presidente dos Escoteiros do Brasil, Rafael Macedo, lembrou que o movimento escoteiro promove iniciativas de educação que complementam o que é ensinado em sala de aula há mais de 100 anos no Brasil. “Desde criança, [os escoteiros] aprendem a trabalhar em equipe, a desenvolver liderança, a ter senso de responsabilidade. Essa educação acontece de forma complementar à experiência da escola, ao ensino que a família proporciona à criança”, disse.

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: EBC Educação
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Educação

Projeto Astronomia sobre Rodas leva ciência a estudantes do DF

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Uma van com galáxias, planetas e estrelas roda pelas ruas do Distrito Federal para levar a ciência e o conhecimento a estudantes de todas as idades. É o projeto Astronomia sobre Rodas, idealizado pelo professor de Física Demetrius Leão e colocado em prática, há quase dois anos, pelo Sesc de Taguatinga Norte, região administrativa da capital federal.

A van é o carro utilizado para transportar uma cúpula inflável e o planetário digital até escolas da região central do DF e cidades do Entorno.

Astronomia sobre Rodas

Planetário inflável é transportado a escolas do Distrito Federal – Divulgação

Desde que o projeto começou a ser implementado, já foram mais de mil sessões e 40 mil pessoas contempladas, a maioria estudantes da rede pública. Demetrius Leão, coordenador pedagógico do projeto, disse que a ideia nasceu de um projeto itinerante pelo país e que teve boa aceitação no Distrito Federal.

“Primeiro, pensou-se no planetário. A estrutura, quando está guardada, cabe em uma van, que foi adaptada, com a retirada de alguns bancos”, explicou o professor.

Na van, são colocados os ventiladores, o domo e a parte projetiva, que é um datashow específico para fazer uma projeção 360 graus. Demétrius Leão disse que “o planetário itinerante é uma cúpula onde são projetadas as sessões com temas variados sobre o universo”.

Segundo o professor, quando a van chega às escolas é recebida com muita expectativa, principalmente porquê muitas crianças não sabem ainda o que é um planetário. “É sempre uma alegria quando você infla aquela bolha azul, sempre gera uma grande expectativa”, disse.

A falta de conhecimento sobre planetários faz com que as crianças pensem que a bolha azul da van é um pula-pula. “É muito comum isso acontecer. Mas, quando você fala que vai fazer uma viagem pelo espaço, dentro da cúpula, por meio da projeção que é feita, gera uma euforia grande nas crianças.”

Segundo o professor, devido a alta demanda por escolas classes, com público de 1º ao 5º ano, o sistema solar tem um espaço diferenciado nas apresentações. O projeto, que atende a escolas inscritas em um cadastro, prioriza aquelas localizadas em áreas carentes do Distrito Federal.

Demetrius Leão disse que o Astronomia sobre Rodas, além de levar a ciência às escolas, tem apresentado um espaço democrático, estimulando a imaginação e levando cidadania a comunidades vulneráveis. “No nosso planetário priorizamos um público de escolas públicas e de regiões que realmente têm dificuldade de acesso a esse conhecimento científico. Acredito que desperta uma curiosidade e um interesse muito grande, porque as questões sobre o céu mexem com o imaginário de muitas pessoas.”

No seu entendimento, a “questão da passagem do planetário do Astronomia Sobre Rodas pode encantar pessoas que não teriam acesso a um planetário, e trata-se de uma chance de pensar sobre a existência do planeta, do universo, da vida.”

As escolas interessadas em fazer parte do projeto, em 2020, podem fazer a inscrição no endereço mestra.me/asr. A principal condição é ter um espaço coberto, como uma quadra ou um ginásio.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC Educação
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