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Itália sofre 700 réplicas de terremoto em um dia

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A Itália não para de tremer. Mais de 700 réplicas foram registradas desde o terremoto de 6,5 graus de magnitude que atingiu ontem (3) a região central do país, informou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV). As informações são da Agência Ansa.

As principais réplicas ocorreram entre as regiões de Marcas e Umbria. Apesar de constantes, apenas um tremor ultrapassou os 5 graus na escala Richter, disse à Ansa o sismólogo Alberto Michelini, do INGV. Os especialistas calculam que 18 réplicas tiveram intensidade de 4 a 5 graus, enquanto 301 tremores de terra foram enquadrados na categoria de 3 a 4 graus. Mais 403 sismos ficaram abaixo dos 3 graus de magnitude na escala Richter.

O terremoto que atingiu Marcas e Umbria nesse domingo foi o quarto de grande magnitude que sacudiu a Itália nos últimos dois meses. No dia 24 de agosto, um terremoto de 6 gaus devastou cidades inteiras da região do Lazio. Várias réplicas foram sentidas nos dias posteriores, mas nenhuma tinha passado de 5 graus. Porém, na última semana, outros dois terremotos assustaram a população.

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Ontem, a terra voltou a tremer. A Defesa Civil italiana estima que entre 25 mil e 40 mil pessoas estejam desabrigadas. Os danos ainda não foram calculados, mas centenas de construções, inclusive igrejas, ruíram com os terremotos.

O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, disse que não houve mortos nesse último terremoto, mas que o tremor “devastou o coração” do país, com danos “impressionantes”. “A alma da Itália está inquieta. O terremoto mais forte desde 1980 devastou o coração da nossa península. Não há mortos desta vez e isso nos dá grande alívio. Mas os danos ao patrimônio doméstico, econômico, cultural e religioso são impressionantes. Essas cidades são a identidade da Itália, devemos reconstruí-las por completo e rapidamente”, disse Renzi.


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Israel bombardeia Gaza para conter militantes palestinos

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Israel assolou Gaza com fogo de artilharia e ataques aéreos nesta sexta-feira (13), visando túneis de militantes palestinos para tentar deter os ataques de foguete persistentes contra cidades israelenses.

Em uma ofensiva de 40 minutos antes do amanhecer, ao menos 13 palestinos foram mortos, incluindo uma mãe e seus três filhos, cujos corpos foram recuperados dos escombros de sua casa, disseram autoridades de saúde de Gaza.

A operação israelense incluiu 160 aeronaves, além de tanques e fogo de artilharia, fora da Cidade de Gaza, disse o coronel Jonathan Conricus, porta-voz dos militares de Israel.

As levas de foguetes palestinos contra o sul de Israel vieram na sequência no quinto dia dos combates mais intensos entre Israel e militantes de Gaza desde 2014.

Mais tarde, uma autoridade militar israelense disse que mais de 2 mil foguetes foram disparados de Gaza a Israel desde o início do conflito e que seu país destruiu vários quilômetros de túneis usados pelos militantes.

Pelo menos 126 pessoas foram mortas em Gaza desde segunda-feira  (10), incluindo 31 crianças e 20 mulheres, e 950 ficaram feridas, disseram autoridades médicas palestinas.

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Entre os oito mortos em Israel estão um soldado que patrulhava a fronteira de Gaza e seis civis israelenses, incluindo duas crianças, segundo autoridades israelenses.

O Egito lidera os esforços internacionais para obter um cessar-fogo e impedir que o conflito se dissemine. Fontes de segurança disseram que nenhum dos lados parece receptivo até agora, mas uma autoridade palestina disse que as negociações se intensificaram nesta sexta-feira.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apelou por um cessar-fogo imediato.

“Os combates têm o potencial de desencadear uma crise humanitária e de segurança irrefreável e fomentar ainda mais o extremismo…”, disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.

O presidente francês, Emmanuel Macron, também pediu a volta da paz durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

O Hamas, grupo islâmico que comanda Gaza, disparou os ataques de foguete na segunda-feira para retaliar choques da polícia israelense com palestinos perto da mesquita de Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do islã, em Jerusalém Oriental.

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Desde então, os episódios de violência se espalharam em cidades onde judeus e a minoria árabe de Israel convivem lado a lado. Também houve confrontos entre manifestantes palestinos e forças de segurança israelenses na Cisjordânia ocupada, onde autoridades de saúde disseram que 11 palestinos foram mortos nesta sexta-feira.

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Itália revoga quarentena para viajantes de UE, Reino Unido e Israel

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A Itália revogará as restrições de quarentena para viajantes que chegam de países europeus e da chamada zona Schengen (que inclui 26 países europeus), assim como do Reino Unido e de Israel, a partir do dia 16 de maio, informou o Ministério da Saúde do país nesta sexta-feira.

As pessoas que entram na Itália vindas desses países atualmente têm de ficar cinco dias de quarentena e passar por exame obrigatório antes da chegada e ao final do período de isolamento.

Um teste negativo para covid-19 realizado antes da viagem ainda será exigido, disse o ministério em comunicado.

A pasta acrescentou que as restrições atualmente vigentes para pessoas que viajam do Brasil estão mantidas.

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