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Independência financeira é possível! Veja 8 dicas de investidor

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Brasil Econômico

Isso vai exigir dedicação e disciplina, mas a boa notícia é que a independência financeira é algo que pode ser trabalhado
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Isso vai exigir dedicação e disciplina, mas a boa notícia é que a independência financeira é algo que pode ser trabalhado

Fazer o dinheiro “trabalhar sozinho” parece ser apenas um sonho para grande parte das pessoas… Certo? Afinal, quem não gostaria de viver de renda ? ainda mais em um cenário de alta do desemprego? Bom, pode parecer impossível, mas, para o educador financeiro, Robinson Trovó, essa realidade, de uma vida financeira saudável, pode estar mais próxima do que você imagina.

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Claro, isso vai exigir dedicação e disciplina, mas a boa notícia é que a independência financeira é algo que pode ser trabalhado por qualquer pessoa. Por que não tentar, portanto? “Viver de juros e ter seu capital trabalhando para você é possível, basta ter força de vontade”, defende o investidor, que conseguiu conquistar seu primeiro milhão antes dos 30 anos, no mercado financeiro.

Se você deseja conquistar tal independência, mas não sabe nem por onde começar, aqui está uma lista de sete segredos que fazem toda a diferença para começar a “ganhar salário” apenas com os rendimentos.

1- Pensar na aposentadoria

O primeiro passo a ser dado para buscar independência financeira é a preocupação com a velhice. “Todos vamos envelhecer, e ninguém quer chegar nesse período da vida tendo que trabalhar ou, mesmo, gastando o pouco dinheiro que recebe com remédios e planos de saúde”, lembra o especialista.

Dessa maneira, ele garante que a preocupação em viver uma aposentadoria de qualidade foi o principal fator para ter começado a investir ? e que pode ser um primeiro passo para você também.

2- Separar o dinheiro

É impossível ser economicamente independente sem saber poupar. Dessa maneira, uma dica do especialista é utilizar envelopes para separar os gastos mensais e controlar o que deve ser poupado. É uma espécie de “cofre” que pode trazer mais noção para a pessoa do quanto são seus custos, o quanto precisa economizar, o quanto está poupando mensalmente etc.

3- Não se preocupar com o que os outros pensam

Segundo Trovó, o grande problema é que muitas pessoas não conseguem poupar devido ao consumismo. “O grande vilão do excesso de gastos é viver em função do que os outros pensam”, explica.

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Consumir produtos e serviços que estão fora do seu limite financeiro para ser mais “aceito” pela sociedade, portanto, é um dos comportamentos que causam endividamento e inadimplência e, claro, deixa a pessoa ainda mais longe de conquistar uma certa liberdade econômica.

Portanto, se o objetivo é poupar, é preciso que você reveja seus conceitos, seu perfil como consumidor e perceber como e onde será possível reduzir os gastos, quais são as compras desnecessárias e, assim, adaptar a sua vida de acordo com o seu bolso.

 4- Economizar com disciplina

Ainda pensando no processo de economia, o especialista conta que é preciso ter muita persistência. “Muitas pessoas desistem no meio do caminho porque não resistem a alguma compra mais cara ou não querem juntar as notas fiscais dos gastos, e acabam perdendo o controle”, alerta. Desta maneira, é necessária a força de vontade durante um tempo, pelo menos. Afinal, a independência financeira não virá do dia para a noite.

5- Fugir do imediatismo

Outro inimigo da independência financeira é o imediatismo. “Pessoas que querem resultados rápidos geralmente não conseguem poupar e investir”, resume o educador, que destaca a importância de manter-se consciente dos gastos ao longo da vida toda, mesmo quando já se conquistou a independência financeira. “É um estilo de vida”, resume.

6- Manter transparência com a família

O grande segredo de uma vida financeira saudável entre cônjuges ou em uma família é a transparência dos envolvidos com os gastos e a renda da casa. Quando um casal ou uma família realiza planos econômicos conjuntamente, acaba tornando mais fácil e possível o foco e a conquista dos objetivos.

Por outro lado, quando não existe essa sinceridade, não só a vida das finanças fica prejudicada, mas a família como um todo. “Muitos casais acabam se divorciando por problemas financeiros, que geralmente começam na falta de transparência e comunicação”, destaca Trovó.

7- Saber aonde quer chegar

De acordo com o investidor, é preciso que a pessoa esclareça a si mesma qual a renda mensal que seja satisfatória, lembrando que isso varia muito de pessoa para pessoa. “Na busca pela independência econômica, vale a famosa frase que diz que, se você não sabe aonde ir, qualquer caminho serve”, pontua.

Assim, é importante que você saiba qual será o seu objetivo como renda ? e, mais uma vez, vale destacar que, já que não existe um rendimento ideal, pois isso vai variar pelas exigências de cada um, não existe um salário ideal para se começar a poupar e chegar ao ponto de viver de renda. “A independência não depende de quanto você ganha, e, sim, de quanto você gasta”.

8- Aplicar a regra do 0,01 e 0,4

O educador conta que manter 60% da renda é necessário para conseguir sempre acompanhar a inflação: o que se revela como grande vantagem no investimento, uma vez que os salários raramente acompanham o aumento dos custos de vida. Por exemplo: alguém que deseja ganhar 3 mil reais por mês. “Fazendo o cálculo, você chega ao valor de 750 mil reais investidos”, ilustra.

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Como ele fez esse cálculo? Bem, essa é a resposta para outra pergunta muito importante: quanto é preciso ter para conquistar a independência financeira? Segundo o investidor, o segredo está na seguinte fórmula: o salário almejado dividido por 0,01, e depois dividido por 0,4. “O primeiro valor é o da rentabilidade mensal média dos investimentos, que é 1%, e o segundo é para que seja utilizado somente 40% dos rendimentos”, finaliza.

 

 

 

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Nova presidente da Caixa anuncia primeiras medidas à frente do banco

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A economista Daniella Marques Consentino tomou posse nesta terça-feira (5) como presidente da Caixa Econômica Federal. Daniella já havia sido eleita pelo Comitê de Elegibilidade do banco estatal na semana passada. A cerimônia ocorreu na sede nacional da empresa, em Brasília, e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Economia, Paulo Guedes, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e de diversas autoridades. 

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, a economista substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão na quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Ele negou as acusações na carta de renúncia.

Diálogo

Em coletiva de imprensa, após assumir o cargo, a nova presidente da Caixa reforçou o compromisso de abrir um canal de diálogo com focos nas mulheres que trabalham na empresa. 

“Estou abrindo hoje um canal de diálogo com os empregados, o Diálogo Seguro Caixa. Vai ser um canal de diálogo aberto exclusivamente para as mulheres, nos próximos 30 dias, onde todas as mulheres – e são 35 mil que trabalham na Caixa – serão acolhidas, ouvidas, protegidas, para que eu entenda um pouco e me aprofunde em cima dos indícios que estão sendo apresentados”, afirmou. 

Além disso, a executiva destacou a aprovação, pelo Conselho de Administração do banco, de um plano de ação que envolve a revisão de todas as políticas de integridade, prevenção de assédio, assim como a estrutura de governança de risco, a Ouvidoria e Corregedoria da Caixa. “É natural que os processos sejam revisados, aprimorados e aprofundados e é isso que a gente vai fazer”. 

Daniella Consentino também confirmou que trocará todos os 26 cargos de consultoria estratégica que estão diretamente ligados à presidência da Caixa. Desses, seis já deixaram o cargo, incluindo o chefe de gabinete. Além destes postos, dois vice-presidentes também foram afastados nos últimos dias. Uma empresa de consultoria externa também será contratada para atuar na investigação das denúncias de assédio dentro da empresa. Daniella informou que ainda não há previsão de quando o trabalho de apuração será concluído. 

Crédito para mulheres

A nova presidente da Caixa anunciou que, além das medidas internas, deve promover um programa de combate e prevenção ao assédio e à violência doméstica e de estímulo ao empreendedorismo feminino para os 148 milhões de clientes do banco, que é o principal operador dos programas sociais do governo federal, como o Auxílio Brasil.

“A gente vai bancar a causa das mulheres, queremos ser o grande promoter desta causa, atuar com afinco para proteger e promover mulheres. Hoje, a mulher é dona de 80% das decisões de consumo e só 20% do crédito, e a gente quer dar conta, com toda nossa estrutura de rede, apoiando e protegendo as mulheres em todas as dimensões”, observou. Terceira maior instituição financeira do país, a Caixa está presente em mais de 5 mil municípios, com 14 mil agências e cerca de 27 mil postos físicos de atendimento. 

Pequenos negócios

Daniella Consentino afirmou que pretende seguir desenvolvendo a plataforma de microcrédito da Caixa, com foco em financiamento de pequenas empresas e microempreendedores. 

“Esse é um foco estratégico nosso, estar perto dos micro e pequenos empresários, dos microempreendedores individuais. Está vindo agora a renovação dos fundos garantidores da União, de até R$ 90 bilhões em crédito, não para micro e pequenas empresas, mas também para MEIs [microempreendedores individuais], e a gente pretende fazer um trabalho muito forte de difusão e operação desse fundos.” 

Privatização

Questionada, a presidente do banco afirmou que não há nenhuma orientação de privatização da Caixa, e que isso não é objeto nem de discussão neste momento. A venda de ativos, incluindo a plataforma de bancarização digital Caixa TEM, também não está no radar da economista. 

“Ao longo desse processo de ‘bancarização’, de tanta gente no pagamento e operação do Auxílio Emergência, foi desenvolvido junto um banco digital, que obviamente tem muito valor, mas ainda preciso me reunir com a governança do banco, vou respeitar os ritos de governança do banco para saber se gera valor para Caixa ou não estar desinvestindo, mas não é algo que está em discussão neste momento. Nem a privatização da Caixa nem a venda de algum ativo”, assegurou. 

Perfil

No governo desde janeiro de 2019, Danielle Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais auxiliares do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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Petrobras aumenta querosene de aviação em 3,9%

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A Petrobras anunciou aumento de 3,9% na querosene de aviação (QAV) no mês de julho. A informação foi divulgada pela companhia nesta terça-feira (5). A QAV é utilizada por aviões de maior porte e impacta no preço final das passagens aéreas ao consumidor.

“Conforme prática que remonta os últimos 20 anos, os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras. Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo. Conforme resultado da aplicação da fórmula contratual, em primeiro de julho foi implementado reajuste médio de +3,9%”, explicou a estatal em nota.

A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. Estas transportam e comercializam o produto para as companhias aéreas e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores. Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.

Segundo a estatal, o mercado é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV.

Outras informações sobre os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras podem ser acessadas na página da companhia na internet (precos.petrobras.com.br).

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

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