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Dupla leva Nobel de Economia por ‘teoria de contratos’

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O economista britânico Oliver Hart, 68 anos, da Universidade de Harvad, e o finlandês Bengt Holmström, 67 anos, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foram premiados hoje (10) com o Prêmio Nobel de Economia por suas “contribuições à teoria dos contratos”. As informações são da agência Ansa.

Hart é britânico e professor da Universidade de Harvard e Holmström é finlandês e professor do MIT. O Nobel de Economia tem uma recompensa de 8 milhões de coroas suecas, equivalente a R$ 3.028.000.

“As novas ferramentas teóricas criadas por Hart e Holmstroem são valiosas para a compreensão dos contratos e instituições da vida real”, disse a Real Academia Sueca, em Estocolmo.

Cultura das empresas

Os estudos dos dois economistas se baseiam tanto na relação entre o público e o privado como na cultura das empresas, tendo como bases questionamentos atuais da  sociedade. Entre os questionamentos, estão as questões de pagamentos de salários de servidores públicos pelo governo ou ainda se professores e trabalhadores de saúde devem ser pagos baseados “em sua performance”.

“Eu acordei às 4h40 e fiquei pensando se era muito tarde para ganhar este ano. Então, felizmente, o telefone tocou. Minha primeira ação foi abraçar minha esposa, acordar meu filho mais novo e falar com meu colega premiado”, disse Hart sobre o Nobel.

A série de prêmios já entregou em 2016 o Nobel de Medicina ao japonês Yoshinori Ohsumi por seus estudos de “autofagia celular”, o de Física ao trio de cientistas David Thouless, Duncan Haldan e Michale Kosterlitz pela descoberta da “face” exótica da matéria e o de Química para o trio de pesquisadores Jean-Pierre Sauvage, Fraser Stoddart e Bernard Feringa pelo desenvolvimento de “máquinas moleculares”.
   
Já o Nobel da Paz foi entregue ao presidente colombiano Juan Manuel Santos por ter conseguido fechar um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), após 52 anos de conflito.

(*) Texto alterado às 7h42 para acréscimo de informações


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Castro rejeita ‘desespero’ e quer debater sobre réveillon com prefeitos do Rio

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Cláudio Castro, governador do do Rio de Janeiro
Luis Alvarenga / Governo do Estado do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador do do Rio de Janeiro

No momento em que o mundo discute novas medidas para tentar frear a nova variante da Covid-19 e no Brasil há questionamentos se haverá condições para a realização do carnaval, o governador Claudio Castro diz que primeiro é preciso definir se a festa de réveillon terá condições de ser realizada . O governador do Rio diz estar conversando com os prefeitos fluminenses sobre o tema e irá tomar a decisão sobre a festa na virada junto com os municípios.

O chefe do executivo estadual afirmou ainda que “o estado do Rio é a porta para a entrada de estrangeiros no país” e que está acompanhando junto da Secretaria estadual de Saúde como é a nova variante para evitar que ele chegue no Rio.

“Ontem a noite eu me reuni com o secretário de Saúde e perguntei a questão da variante. (Ele me disse que) a Saúde está atenta sobre o que está acontecendo no mundo. Por enquanto, o que se sabe da variante é que ela é mais transmissível e menos agressiva. Nesse momento, os índices são muito bons. Estamos em na bandeira verde. Temos conversado com os prefeitos e vamos tomar essa decisão (de cancelar o réveillon ou não) juntos. Para essa semana não há necessidade. Estamos recebemos relatórios diários para entendermos até que ponto teremos necessidade”, disse Castro, que completou:

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“(Neste momento) Não é hora de falar de carnaval. A hora é olhar para o réveillon. Na fotografia de hoje não há desespero (para evitar a festa). Vou à Brasília, amanhã, para entender o que eles estão pensando. O Rio é a porta de entrada para o país. O meu estado é primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos está está bem preparado com isso”, destacou.

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Uso de máscaras em locais fechados não será flexibilizado

O governador ainda afirmou que não haverá flexibilização para o fim do uso das máscaras em locais fechados no momento.

“Um estudo tem sido feito para fazer a retirada das máscaras em locais fechados. Vimos que ela já poderia ser retirada em locais abertos olhando o cenário internacional e número de casos no estado. Nesse momento estamos olhando para a cepa, que preocupa, e por hora não há sinalizações dos técnicos para debater novas flexibilizações. Ou seja, não teremos o fim o uso da máscara.”

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Doria escala Meirelles para equipe econômica e sinaliza alianças para 2022

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Governador de São Paulo, João Doria
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Governador de São Paulo, João Doria

Eleito pré-candidato do PSDB à Presidência em 2022, o governador João Doria (PSDB) sinalizou que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) deve ser prioridade na construção de uma frente ampla para as eleições do ano que vem.

Em entrevista coletiva na sede do diretório estadual paulista nesta segunda, Doria também anunciou o nome do ex-ministro e atual Secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, como integrante de sua equipe econômica de campanha.

O tucano venceu as prévias do partido no sábado com 53,99% dos votos, contra 44,66% do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e 1,35% do ex-senador e ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgilio. A votação foi concluída após adiamento de uma semana por pane técnica e suspeitas de ataque hacker.

Assim que voltar de sua viagem aos Estados Unidos, o governador já tem encontro marcado com o ex-juiz e com a presidente do Podemos, deputada Renata Abreu. Segundo Doria, Moro tem “protagonismo” na frente democrática, liberal e social que será colocada como alternativa às candidaturas do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Lula, ambos líderes das últimas pesquisas.

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Sobre uma possível composição com Moro, onde poderia abrir mão de ser o cabeça de chapa, o tucano disse que “ainda é cedo” e há um longo período para sedimentar a decisão, mas ressaltou que mantém um bom diálogo com o ex-juiz antes mesmo de sua entrada no governo Bolsonaro.

Até o final da próxima semana, o governador pretende anunciar todos os integrantes de sua equipe econômica de campanha. Ao todo, serão seis pessoas, sendo três mulheres. O único confirmado por ele na coletiva foi Meirelles, que chegou até a ser cogitado como possível vice de Lula.

“Não teremos posto Ipiranga. Todos os seis serão protagonistas e vão deliberar a construção de um programa econômico do Brasil”, disse o governador, que quer compartilhar ideias para o país com outras campanhas. Ele estava acompanhado de nomes como o vice-governador Rodrigo Garcia, o secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Marco Vinholi, e o coordenador das prévias, Wilson Pedrosa.

O tucano ainda negou ter convidado Leite para ser coordenador de sua campanha. No entanto, afirmou que o gaúcho terá “papel de protagonismo” na campanha do PSDB ao Planalto.

Doria, que aparece com 3% na última pesquisa do Ipec, minimizou sua má colocação e rejeição em São Paulo, argumentando que o mesmo ocorreu me sua campanha ao governo de São Paulo, em 2018. Ele espera crescer nas pesquisas com “muito trabalho” e rodando todo o Brasil a partir de janeiro de 2022.

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