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Multimídia, Edu Guedes alcançou o sucesso fazendo o que gosta

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Brasil Econômico

Edu Guedes apresenta uma de suas receitas na televisão
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Edu Guedes apresenta uma de suas receitas na televisão

Quem vê Edu Guedes apresentado o programa “Melhor pra você”, da RedeTV!, não imagina que um dos profissionais de gastronomia mais famosos do país está na profissão por acaso. Formado em administração de empresas pela FMU, Edu tinha futuro promissor quando começou a trabalhar no BankBoston ? na época, presidido por Henrique Meirelles, hoje ministro do Planejamento ? como estagiário na área de recursos humanos. Porém, uma licença não remunerada e uma viagem para a Itália mudou o destino do paulistano. Foi lá, estudando o mercado e pensando em ideias para empreender no Brasil, que Edu resolveu dar a guinada na carreira.

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Edu Guedes em noite de autógrafos do livro
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Edu Guedes em noite de autógrafos do livro “Sabores do Mundo”

“Viajava com a família para a Itália e vi os negócios que tinham lá e não tinha aqui. Vi que havia muitas sorveterias e tive a ideia de trazer para cá”, revelou Edu Guedes ao apresentador Marcos Scaldelai, do programa Pra Frente Sempre, da TV iG. “Montamos eu, minha mãe e meu padrasto, o projeto começou em 1994, abrimos a primeira loja, a Stuppendo, em 1996. Nesse período, fui para a Itália aprender a fazer sorvete, estudei gelateria e pasticheria em Bologna para poder entender perfeitamente o processo”.

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O sucesso e a excelência no preparo dos gelatos levou Guedes a alçar novos voos com a marca: “Comecei a fazer marcas próprias, como o Pão de Açúcar. E venci um grande desafio, já que desenvolver o produto sorvete te dá base para desenvolver qualquer coisa pois, por ele congelar as papilas gustativas, é difícil diferenciar os sabores”.

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Início na TV

Paralelo ao sucesso com a Stuppendo vieram as primeiras aparições na TV. Na época, a porta de entrada foi a TV Gazeta: “Em 1997 ganhei um prêmio na Itália, ficando em segundo lugar em um concurso, e dei entrevista em uma série de emissoras. Um deles foi o programa Mulheres, com a Claudete Troiano. Fiz uma receita, ficou boa e fui convidado a fazer outras. Teve uma aceitação boa e a Claudete me aconselhou a investir nisso. Fiz isso até 1999”.

Edu Guedes, ao lado dos colegas de programa, na Rede TV
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Edu Guedes, ao lado dos colegas de programa, na Rede TV

Em 2000, Claudete foi contratada pela Record e indicou Guedes, que ficou na emissora da Barra Funda por 15 anos. Lá, além das receitas, aprendeu uma nova faceta que o acompanha até hoje as propagandas. No início, recebia uma comissão de anúncios feitos junto com a apresentadora, e depois trilhou sozinho por esse caminho, tornando-se um dos principais nomes do segmento.

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“Hoje trabalho para 23 empresas fazendo propagandas, em contratos anuais. Alguns são simplesmente propaganda e outros viraram royalties, com 420 produtos com a minha marca. Já vendi 140 milhões de produtos licenciados”.

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Renda diversificada e independência

Além das atividades na TV e do sucesso no mercado publicitário, Edu também possui 28 livros lançados, em diferentes editoras, e uma pequena produção agropecuária no interior de São Paulo. Também tem um projeto social: um caminhão-estúdio que percorre o país ensinando receitas para que as pessoas possam vender.

Edu Guedes ainda encontra tempo para fazer participações em eventos
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Edu Guedes ainda encontra tempo para fazer participações em eventos

Hoje Edu administra sua própria carreira e negocia diretamente com parceiros comerciais e contratantes. E mesmo multimídia, tem tempo para ficar com a família: “tenho uma filha de 7 anos. Meu contrato já prevê tempo para levá-la para a escola e ter duas tardes livres por semana para buscá-la e ficar com ela” diz.

Entre os fatores para seu sucesso como empreendedor, Edu destaca duas coisas: a coragem para mudar de carreira e fazer o que gosta. “Se tivesse ficado no banco, poderia ser o dono, mas não seria feliz como sou hoje. Não é fácil acordar às 5 da manhã para trabalhar, mas amo o que faço”.

*Dante Baptista, especial para o Brasil Econômico.

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Média de juro do cheque especial fecha 2019 menor que no início do ano

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As taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal terminaram 2019 menores que as do início do ano, de acordo com levantamento feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor da Fundação Procon de São Paulo. O levantamento envolveu seis instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander. 

De acordo com a análise, a média dos juros para o cheque especial iniciou o ano em 13,44% ao mês (a.m.) e terminou em 12,57% ao mês, registrando variação negativa de 6,47%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de cheque especial foi o Santander, com 14,94% a.m.; a menor taxa média anual foi a da Caixa Econômica Federal, com 11,98% a.m.; diferença de 2,96 pontos percentuais, representando variação de 24,71%.

A taxa média do cheque especial em 2019 foi de 13,17% a.m., indicando decréscimo de 0,09 ponto percentual em relação à taxa média de 2018, que foi 13,26% a.m. 

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No empréstimo pessoal, a taxa média em 2019 foi  6,24% a.m., indicando decréscimo de 0,03 ponto percentual em relação à taxa média de 2018, que era de 6,27% a.m.

O ano iniciou com taxa média de 6,28% e finalizou com 6,19% a.m., registrando variação negativa de 1,43%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Santander, com 7,89% a.m.; a menor taxa média anual foi a da Caixa Econômica Federal, com 4,87% a.m.; uma diferença de 3,02 pontos percentuais, representando variação de 62,01%.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC
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Economia

Receita exigirá CPF de destinatário em encomendas internacionais

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A Receita Federal do Brasil exigirá, a partir de 1º de janeiro de 2020, que todas as encomendas e remessas internacionais possuam a identificação do CPF, CNPJ ou número do passaporte do destinatário para ter o despacho aduaneiro iniciado. A falta dessa informação poderá acarretar na proibição da entrada da encomenda e sua devolução ao exterior ou destruição, nos casos em que a devolução não seja possível.

Essa informação deve ser prestada na hora da compra on-line e encaminhada juntamente com a encomenda em seu transporte. Caso não seja informado no momento da compra, ou o remetente não os encaminhe o dado juntamente com a remessa, os Correios possuem uma ferramenta para prestação dessa informação na página da internet, por meio do rastreamento ou do portal “Minhas Importações“. Será necessário realizar o cadastro no Portal, informando o CPF (pessoa física), CNPJ (pessoa jurídica) ou número do passaporte (estrangeiro), bem como definir login e senha.

Após o cadastro, informa a Receita, basta realizar a pesquisa por encomendas e fazer a vinculação das remessas no ambiente “Minhas Importações”. Somente após a prestação dessa informação, as encomendas poderão ser apresentadas à fiscalização aduaneira.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC
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