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Contas externas fecham maio com superávit de US$ 1,2 bilhão

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Contas externas vêm apresentando superávits consecutivos em 2016
Divulgação

Contas externas vêm apresentando superávits consecutivos em 2016

As transações correntes registraram saldo positivo de US$ 1,2 bilhão em maio, informou nesta sexta-feira (24) o Banco Central (BC). O resultado ocorreu após o superávit de US$ 412 milhões em abril, o primeiro para o mês desde 2009. Vale destacar que a projeção do BC para as contas externas do último mês era de um saldo negativo de US$ 200 milhões.

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O saldo da balança comercial ficou positivo em US$ 6,251 bilhões em maio. Já a conta de serviços apresentou déficit de US$ 2,489 bilhões. No acumulado do ano, de janeiro a maio, o rombo nas contas externas atinge US$ 5,966 bilhões. Na análise dos últimos 12 meses, o resultado é ainda pior: saldo das transações correntes negativo em US$ 29,523 bilhões, ou 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

Reflexos nas viagens para fora do País

A leve queda do dólar nos últimos meses, após as fortes altas do ano passado, não refletiu tão positivamente nas viagens ao exterior. A conta das viagens dos brasileiros voltou a registrar em maio: a diferença entre o que o que foi gasto lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram aqui no Brasil foi negativo em US$ 679 milhões. Em maio de 2015, no entanto, o déficit era de US$ 998 milhões.

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O desempenho da conta de viagens foi determinado por despesas de cidadãos brasileiros no exterior e dos estrangeiros em passeio pelo Brasil. Respectivamente, as cifras foram de US$ 1,1 bilhão e US$ 434 milhões. Já no acumulado de 2016, o saldo líquido ficou negativo em US$ 2,4 bilhões, menos da metade dos US$ 5,8 bilhões aferidos em igual período do ano passado.

Fluxo cambial

O fluxo cambial total até o dia 22 de junho está positivo: US$ 657 milhões. De acordo com o BC o fluxo financeiro no mesmo período do ano passado ficou negativo em US$ 1,058 bilhão, devido a compras de US$ 28,192 bilhões e vendas de US$ 29,250 bilhões.

Já o resultado do mesmo período no segmento comercial está positivo em US$ 1,715 bilhão. As importações somam US$ 7,906 bilhões e as exportações US$ 9,621 bilhões.

*Com informações da Agência Estado

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Nova presidente da Caixa diz que fará crise ‘grande oportunidade’

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A nova presidente da Caixa, Daniella Marques
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A nova presidente da Caixa, Daniella Marques

Em seu discurso de posse como a nova presidente da Caixa Econômica Federal nesta terça-feira, Daniella Marques afirmou que transformará a “crise em uma grande oportunidade”, inclusive para a proteção e promoção de mulheres. Ela assume o comando do banco no lugar de Pedro Guimarães, que pediu demissão depois que funcionárias denunciaram casos de assédio sexual e moral — o que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.

“Eu estou segura que transformaremos essa crise em uma grande oportunidade. Oportunidade para que a gente proteja e promova mulheres, para que a gente não seja não só o banco de todos os brasileiros, mas também a mãe de todas as causas das mulheres do Brasil”, disse Daniella Marques.

Ao longo de seu discurso, ela fez diversos acenos às mulheres. Citou, por exemplo, números de violência doméstica e a intenção de usar a rede de atendimento do banco em ações e políticas que abordem denúncias de violência, promoção de empreendedorismo feminino e o combate a “qualquer tipo de assédio”.

“A Caixa possui uma extensa capilaridade, com presença em praticamente todos os municípios do país. Nossa ampla rede de atendimento vai ajudar a viabilizar e efetivar implantação de ações de políticas que abordem a divulgação de canais de denúncia, denúncia de violência de doméstica, promoção de empreendedorismo feminino, educação financeira, combate a qualquer tipo de assédio”, disse a nova presidente.

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A cerimônia fechada de posse aconteceu na Caixa Cultural e contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, da Secretaria de Governo, Célio Faria, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, além da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e do presidente Jair Bolsonaro. Pouco depois de ser anunciada como a nova presidente da Caixa, Daniella já havia traçado um plano para enfrentar as denúncias de assédio sexual envolvendo o seu antecessor Pedro Guimarães. Como o GLOBO mostrou, um dos primeiros atos será a criação de um “comitê de crise” para apurar o relato das vítimas.

Daniella era secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e braço direito do ministro Paulo Guedes. Os dois trabalharam juntos na Bozano Investimentos, antes de ser convidado a assumir a pasta no governo Bolsonaro, e levou ela para sua equipe.

Fonte: IG ECONOMIA

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Bolsonaro não comenta sobre Guimarães e nega ‘nova era’ na Caixa

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Bolsonaro não comenta sobre Guimarães e nega 'nova era' na Caixa
Ivonete Dainese

Bolsonaro não comenta sobre Guimarães e nega ‘nova era’ na Caixa

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (5) que “não começa uma nova era” na Caixa Econômica Federal com a troca no comando do banco. Ele deu a declaração durante a cerimônia de posse de Daniella Marques como nova presidente da Caixa. Ela entra no lugar de Pedro Guimarães, que se demitiu depois que funcionárias denunciaram casos de assédio sexual e moral.

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“Não começa uma nova era aqui na Caixa, a Caixa continua. Tem agora uma presidente, que é competente, que mostrou lá atrás o seu valor, que lutou, que se empenhou, é difícil a gente ver mulher na economia, mas a Dani, o espaço da mulher é em qualquer lugar, não precisa colocar cota para mulher, ela vai pelos seus próprios méritos”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro ainda não comentou as denúncias envolvendo Pedro Guimarães, divulgadas na terça-feira da semana passada. Hoje, seguiu em silêncio e não citou o nome do ex-presidente do banco, de quem era próximo. Bolsonaro, contudo, disse que Daniella continuará o trabalho, mas que “filosofia sempre muda alguma coisa”.

“E a Dani que eu tenho certeza que o trabalho continuará. Lógico, a filosofia sempre muda alguma coisa, mas ela, eu tenho a certeza, que fará cada um de vocês se orgulhar dessa, não sua, da nossa Caixa Econômica Federal”.

A cerimônia fechada de posse aconteceu na Caixa Cultural e contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, da Secretaria de Governo, Célio Faria, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, além da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e do presidente Jair Bolsonaro.

Daniella era secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e braço direito do ministro Paulo Guedes. Os dois trabalharam juntos na Bozano Investimentos, antes de ser convidado a assumir a pasta no governo Bolsonaro, e levou ela para sua equipe.

Daniella também se aproximou, nos últimos meses, do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), um dos principais líderes do Centrão.

A saída de Guimarães do cargo foi motivada por denúncias de funcionárias da Caixa, que acusaram o então presidente da instituição de assédio sexual. A notícia caiu como uma bomba no núcleo político da campanha de reeleição de Bolsonaro.

Uma reportagem sobre o tema, acompanhada por vídeos com depoimentos de cinco vítimas de Guimarães, foi publicada na terça-feira pelo site “Metrópoles”. As funcionárias, cujas identidades foram preservadas, relataram comportamentos inapropriados, como convites, frases constrangedoras e toques em partes do corpo delas.

Fonte: IG ECONOMIA

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