10 DIAS DEPOIS DO ENTERRO, HOSPITAL LIGA PARA FAMÍLIA BUSCAR PERNA DE JOVEM MORTO APÓS ACIDENTE

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10 DIAS DEPOIS DO ENTERRO, HOSPITAL LIGA PARA FAMÍLIA BUSCAR PERNA DE JOVEM MORTO APÓS ACIDENTE

Claudio Ramos Mamora, de 27 anos, morreu após cirurgia no Pronto-Socorro de Várzea Grande; membro amputado só foi entregue à família no dia 10

Um caso que revolta e choca pela sequência de falhas e pela dor imposta à família.

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O jovem Claudio Ramos Mamora, nascido em 20 de julho de 1998, vítima de um grave acidente de trânsito envolvendo motocicleta, teve sua morte confirmada no dia 31 de janeiro de 2026, às 5h20 da manhã.

O acidente aconteceu no dia 30, na Rodovia dos Imigrantes. Claudio foi socorrido e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, onde deu entrada oficialmente no dia 31/01/2026.

Segundo o relatório hospitalar:
• Motivo da entrada: Acidente de trânsito (moto)
• Data do óbito: 31/01/2026
• Hora do óbito: 5h20
• Causa da morte: Parada cardiorrespiratória após 40 minutos, durante procedimento cirúrgico no membro inferior, que havia sido esmagado.

De acordo com as informações, Claudio passou por cirurgia para amputação da perna devido ao esmagamento causado pelo acidente. Ele chegou a ser encaminhado para a UTI, mas não resistiu.

⚠️ SEPULTADO NO DIA 1º… MAS A HISTÓRIA NÃO TERMINOU

Após os trâmites legais, o corpo passou pelo necrotério e foi liberado. O sepultamento ocorreu no dia 1º.

O caixão estava lacrado.

O pai só teve acesso ao filho no momento do velório.

Não houve comunicação clara sobre a amputação no momento da liberação do corpo.

A LIGAÇÃO QUE VEIO NO DIA 10

Quando a família ainda enfrentava o luto, no dia 10, recebeu uma ligação do hospital informando que, durante uma limpeza, foi localizada a perna amputada de Claudio nas dependências da unidade.

A família foi orientada a comparecer ao hospital para retirar o membro.

Dez dias após o sepultamento.

Segundo relato dos familiares, o atendimento foi marcado por frieza e ausência de acolhimento. Documentações foram entregues para que fosse providenciado um novo sepultamento — desta vez, apenas da perna.

Agora, com autorização formal da prefeitura, o membro será enterrado em Várzea Grande, na região do Capão Grande.

❗ CASO LEVANTA QUESTIONAMENTOS

Como um membro amputado permaneceu no hospital após o óbito?
Por que não foi entregue junto com o corpo?
Como passou pelos procedimentos legais sem que a família fosse informada?
Por que a comunicação só aconteceu dez dias depois?

Claudio morava na Rua Presidente Ricardo Jardim, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

O que era para ser apenas um luto se transformou em um segundo trauma para os familiares.

A reportagem segue acompanhando o caso e aguarda posicionamento oficial da direção do Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

Porque dignidade não termina com a morte.

E respeito não pode ser opcional.